Linda – Ellen Gold

16 de Setembro, 2011 em Geral by Nanda

Pra tristeza de alguns, hoje não tem bapho no LPE, limitamos esses episódios, agora só 01 por mês. Mas tem esmalte bonito, que é bom também.

A Ellen Gold ganhou meu amor incondicional com o Havaí, mas agora vai ganhar um lugar no céu com o Linda. Só não vou falar que o Linda é o esmalte lilás mais fodástico que tenho porque esse lugar é e sempre será do Sugar Jasmine. Digamos que ele é só o mais foda entre os nacionais.

Linda, seu lindo!

O Linda é um lilás escurecido, quase roxo, que quer ser neon, mas que pra nossa alegria não é. Bem cremosão, cobriu as unhas com duas camadinhas, mas manchou e ficou um pouco marcado.

Como acontece com todos os esmaltes que possuem essa pegada neon, o Linda também ficou meio fosco, não um fosco bonito, mas um com cara de esmalte gasto. Nada que uma boa camada de extrabrilho não resolva. Usei o Seche Vite pra dar brilho, aquele top coat queridinho da Bianca e da maioria das loucas por esmalte. Podem me apedrejar, mas eu não achei o Seche Vite nada de mais, sou bem mais o da L’Apogée (pobre mode on).

Sinceramente, um esmalte tão perfeito não merecia um nome tão brega, poderiam ter batizado ele até de “Sorvete de Uva ao Creme”, mas Linda forçou a amizade. Mas como ele é lindo mesmo, eu perdoo.

A Rivka tem um esmalte similar chamado Júlia, mas aparentemento o Linda é mais rosado. Como o controle de qualidade dessas marcas não é lá essas coisas, é bem capaz de acharmos lotes com a mesmíssima cor.

Falando em controle de qualidade, o que é isso Ellen Gold? Os esmaltes abaixo não deveriam ser/estar/parecer/permanecer iguais?

O Linda que usei é o da esquerda (ele está sem top coat), fabricado em 2010 e com acabamento cremoso, o da direita foi fabricado em 2009 e tem o acabamento transparente (?). Ambos tem o mesmo nome, a mesma referência e até os mesmos corantes, mas não a mesma cor.

Não posso afirmar que os esmaltes não mudaram de cor com o tempo, pois quando coloquei as mãos neles já estavam assim. Na verdade, não faz muita diferença se já vieram assim ou se mudaram de cor depois, o que nos interessa é que nenhuma das possibilidades deveria acontecer. Mas isso não é “mérito” só da Ellen Gold, né? Parece que quando as marcas acertam nas cores acabam errando na qualidade e quando a qualidade está ótima, as cores são todas nhé, vai entender.

AH! E amanhã estreia uma nova coluna aqui no LPE, fiquem de olho! Quero ver quem vai copiar.