Pink Fluor e Roxinho da Avon

11 de September, 2009 em Produtos Nacionais, Risqué by Bianca de Neve

Esse Pink Fluor já faz algum tempinho que eu tenho. Lembro que quando vi na prateleira pensei “que lindiiiinho! e ooolhaaa, tem brilhinhozinhos metáááálicosss”. E meu “cônjuge” que adora um cintilante/brilhinho/etc falou na hora para eu levar.

Trouxe pra casa, mas nunca usei. Daí que esses tempos comprei o Rosa Pitanga porque também achei ele lindo de morrer. Inclusive na mão de outras meninas. E achei que ambos eram parecidos e com igual nível de belezura. É, de fato eles são parecidos. No nome. E nos brilhinhos metálicos. Porque a cor não tem nada a ver e eu achei que ficou ridícula na minha mão.

Enquanto o Pink Fluor é um rosa metálico puxado pro laranja/vermelho, o Rosa Pitanga é puxado pro… rosa! É uma cor digníssima que, aparentemente, combina com o tom de pele de todo mundo. Não foi o que achei do Pink Fluor. Talvez seja birra minha que só andava usando esmalte escuro ou rosa puxando pro roxo, sei lá.

E como pintei as unhas enquanto jogava Dekaron Pirata (heaiuoehsaoiu), tomei o mínimo de cuidado possível e pintei super às pressas (é, eu pinto as unhas em frente ao computador). Sem falar da janela aberta e do ventilador pertinho de mim. Resumindo: lotou de bolinhas em quase todas as unhas. E fui dormir feliz e contente.

Acordei sem conseguir olhar pra minha mão. Primeiro porque as unhas estão curtas, segundo porque esse esmalte é meio além do que eu esperava e terceiro porque tinha textura de bolinhas nas unhas.

Ao chegar da aula taquei o tal roxinho da Avon que todo mundo elogia e eu nunca experimentei. Não é que as bolotas sumiram? Nas fotos abaixo as unhas ainda estava melecadinhas da cobertura brilhante e secagem rápida para esmaltes da linha nail experts.

Com flash


Sem flash

Sinceramente não gostei dessa cor nas minhas mãos. Já não acho elas bonitas, com esse esmalte parece que elas envelheceram uns 10 anos.

E vocês? Gostam do Pink Fluor?
Até agora esse foi o único rosa que não gostei.

Participação da sobrinha

10 de September, 2009 em Colorama, Participação Especial, Produtos Nacionais by Bianca de Neve

Eu adoooro minha sobrinha de olhinhos puxados.

Ela tem tudo que é adorável em uma criança: é bonitinha, queridinha, meiguinha, gosta de rosa, Hello Kitty, de se arrumar, de conversar, de dar lição de moral, tirar foto (tanto aparecer quanto ser a fotógrafa) e etc.

E também adooora pintar as unhas.

Enfim, só fiz esse post pra mostrar essa foto, que ficou um amor.
LaryssaLaryssa com suas unhas mal pintadas Verde Palmeira, da Colorama.

Vai dizer que não dá vontade de apertar essas bochechas?

by Nanda

Não se renda ao Renda!

10 de September, 2009 em Geral by Nanda

Primeiro, as apresentações. Meu nome é Fernanda (oi Fernanda) e sou louca por esmalte, não tanto quanto a beeanka, mas sou. Assim como a dona deste blog também não sou muito “mulherzinha”, mas tiro cutícula e limpo os cantinhos com acetona, e levo umas 3 horas pra fazer pé e mão sozinha, mas me viro. Enfim, é isso, espero não causar revolta com meu post sobre o Renda, rs. Lá vai:

Li em algum lugar que o Renda da Risqué lidera o ranking dos esmaltes mais vendidos entre as brasileiras há mais de 10 anos. Como assim aquele esmalte básico é o preferido das brasileiras? Onde está a GRAÇA? Com tanto verde, vermelho, pink por aí o tom de branco é que faz sucesso, tsc tsc.

Vamos filosofar um pouco aqui (filosofia de comadre no salão). Pra mim, quem usa Renda busca a segurança, a mesmice, não ousa, não descobre novas possibilidades (haha) e, consequentemente, também não se arrepende. Pode parecer profundo demais, mas isso reflete na personalidade e no tipo de vida, e quem quer ter uma vida segura e quadradinha? Eu não, e desde sempre.

Lembro que quando pequena ia ao salão com a minha mãe e pedia pra tia pintar minhas unhas de cor-de-rosa com bolinhas vermelhas. Mais tarde ganhei três esmaltes do É o Tchan (dourado, prata e verde, todos com gliter). Depois, comecei a comprar uma coleção da Risqué que vinha com pequenos adesivos e tinha as cores metálicas mais legais. Resumindo, nada básica.

Hoje em dia só não sou tão ousada quanto a beeanka, que pinta os indicadores de cores diferentes das unhas restantes (pronto, contei), mas também não me rendo ao Renda. A vida já anda tão sem graça e sem cor que ao menos minhas unhas colorem as ruas por aí.

Além de tudo, esse esmalte é muito ruim, só dá para usar umas duas vezes, depois ele fica grosso e é impossível aplicar nas unhas. Eu sei disso porque minha irmã é adepta ao Renda (argh), e metade dos frasquinhos de esmalte que tem em casa são dele.

A nova coleção do Renda (nem é mais nova) é tão morta quanto o original, só tem umas frescurinhas a mais. Concluindo, Renda só se for pra usar como base para as misturinhas e olhe lá, diga NÃO ao Renda (hahahahaha).

Chega, né? Tudo isso foi só um pouco de filosofia barata de alguém que condena mãos “mortas”.
Tchau, meninas.

Tirando o esmalte sem acetona

9 de September, 2009 em 5Cinco, Produtos Nacionais, Removedor de Esmalte, Risqué, Tratamento by Bianca de Neve

Quando postei essa foto no Flickr, fiquei impressionada com a quantidade de pessoas que fazem o mesmo que eu:

Acetona é pra losers!
Descascam o esmalte ao invés de tirar com acetona.

Eu sei que isso não é bom pra unha, estraga, descama e etc, mas eu simplesmente não resisto! Se minha unha lasca um pouquinho e eu estou no ócio (leia-se: assistindo aula de Latim ou Literatura Alexandrina) começo a arrancar o esmalte com as unhas até ficar o mínimo possível (leia-se: o que não consigo tirar, que gruda de qualquer jeito).

Tudo bem que e horrível pra unha, ela fica esbranquiçada e levanta uma camada bem fininha (que não é só a base antes do esmalte), realmente não recomendo, mas economiza tanta acetona (haha creuza) e eu odeio ficar esfregando e manchando os dedos pra tirar esmalte. Isso, definitivamente é o que mais detesto em pintar as unhas.
Sem falar que unhas pela metade ficam horríveis, mas se você estiver num daqueles dias “foda-se, a vida é minha”, não pega nada, HEIOAHEAOI.
De qualquer maneira, se for pra descascar o esmalte, descasque por completo, nada de sair na rua com metade da unha sem esmalte.

O grande problema é quando os dedos mancham bastante e as unhas ficam levemente “coloridas” com a cor do esmalte usado em questão, sem falar nos cantinhos irritantes. Sério, odeio muito isso, por isso sou adepta do “descascamento”. É mais por praticidade, mesmo.

Claro que não sai completamente o esmalte e eu sempre acabo precisando da ajuda da acetona. Com um algodãozinho relativamente grande consegui tirar todo o esmalte de uma mão e os cantinhos que apareceram na foto acima.


Eu sou super econômica, hahaha.

E a acetona que eu uso acaba deixando as unhas com uma ótima aparência. É da 5cinco, uma empresa paranaense que recentemente começou a lançar esmaltes. Da acetona não posso reclamar, espero que os esmaltes sejam tão bons quanto ela :D.

Outro “segredo” pra não detonar tanto as unhas é usar o Risqué Technology Night Repair. Nunca achei que ele resolvesse alguma coisa, pra mim parecia mais um óleo secante fedido e melado que demora pra secar. Fiz a experiência hoje: arranquei o esmalte de todas as unhas da mão esquerda e tirei com acetona da mão direita. As unhas “esquerdas” ficaram opacas e com manchinhas brancas. Tasquei o Night Repair em cima e esqueci dele (afinal, demora pra secar). Mais tarde, reparei que as unhas “esquerdas” estavam com a mesma aparência que as unhas “direitas”.

Recomendo, mesmo que você não vá usar à noite ou com “tempo livre” para esperar secar. Até porque geralmente eu passo o NR, espero um pouquinho (não mais que trinta minutos, e ele demora mais ou menos isso pra “sumir”) e já passo uma base e o esmalte. Não posso reclamar que minhas unhas quebram ou descamam :). E mesmo que elas descamassem/quebrassem, a culpa seria exclusivamente minha, hahaha.