O tema desse mês é a cor LILÁS.

Lilás é aquele roxinho mais claro, pode ser de fundo azulado ou rosado, mas é uma cor fofinha, por ter uma tonalidade não muito forte.
Diferentes, mas com uma mesma paixão.
O tema desse mês é a cor LILÁS.

Lilás é aquele roxinho mais claro, pode ser de fundo azulado ou rosado, mas é uma cor fofinha, por ter uma tonalidade não muito forte.
Eu sempre ADOREI a ideia de terem feito um esmalte dessa cor, convenhamos, tem nada de convencional isso aí. Sempre pensava que dia da vida ia finalmente usá-lo e como ia ser a experiência. Daí que esse dia finalmente chegou e eu achei ORIVEU. ahuuhahua
Ok, foi apenas no início, porque foi um choque. Pra ajudar a primeira camada foi super rala, me lembrou o péssimo Amarelo Real da Risqué, de tão transparente. Mas depois tudo deu certo, só vou ficar devendo o número de camadas exatas… mas acredito que tenham sido 3.

Não se assustem, a foto não saiu errada, não, o esmalte É dessa cor. Amarelo? Com bege? Alaranjado? Tem marrom? Nunca saberemos. Não consigo nem chamar de chartreuse essa cor.
Nunca vi essa marca de esmaltes – Thalita – para vender, os poucos que tenho foram presente de outra louca por esmalte (obrigada, Vivi!), ela encontrou na cidade dela (interior de SP, se não me engano) e me presenteou com algumas cores.
Não basta a própria marca ser um nome feminino, o nome das cores também o são, haha.

Do Thainá não tenho muito o que dizer, só que é um laranjinha daqueles normais, não puxa pro lado da neonsidade nem pro lado dos apagamentos. É comum, mas é uma cor fofa, pena eu não estar muito na vibe da cor na época em que usei…
Mais R do que nesse título impossibru.
Acho engraçado quando as marcas colocam os nomes nas cores dos esmaltes. A OPI é a rainha de fazer isso, de vez em quando aparece um “Don’t Mess with OPI” ou um “OPI Ink” e sempre tem uma cor com o nome da Suzi (que ego!), a responsável pelas cores e coleções da marca.
De qualquer forma viemos aqui para falar sobre o Revlon Red. Um clááááássico da Revlon. Na minha ignorância achava que Revlon era uma marca nacional, afinal, achava em qualquer canto! E por isso mesmo achava absurdo ver os esmaltes – milhões de vermelhos – custando sempre 30 reais. Felizmente a marca inovou e muito desde sua criação em 1932, e o meu único esmalte vermelho da marca (dentre os 46 que tenho) é o Revlon Red:

O Revlon Red foi presente da Miréu, porque assim, eu andava uma época com neura de ter aquelas cores clássicas, sabe? E o que seria mais clássico que vermelho? O Revlon Red, que foi lançado lá na década de 50 para combinar com batom do mesmo tom e é produzido até hoje. Queria, mas nunca comprava, aí dona Meirelles acabou com o sofrimento.
Já é difícil achar um esmalte que comece com a letra Q. E pra achar uma marca? Não tenho. [tenho sim, louca!] Aliás, o final do Desafio ABC vai ter muito disso, não tenho marcas e esmaltes com todas as letras do alfabeto xD
Daí o queridinho foi o Quadrado Azul da Colorama.

Fazia tanto tempo que não usava um esmalte da Colorama! Fiquei bem impressionada pelo brilho e secagem rápida, já que sempre costumo me decepcionar nesses quesitos. A aplicação também foi fácil e aí tem duas camadas.
Apesar de ter uns vários exemplares da marca, esse é o primeiro P2 que uso. Não lembro de onde veio, se comprei de uma dessas lojas europeias ou se ganhei de presente de alguém que viajou para a Alemanha… só sei que P2 é uma marca alemã e logo de cara já me apaixonei.

O Poetic é um roxinho maravilhoso! Precisei só de duas camadas facinhas, pois a pigmentação é ótima e a secagem foi rapidíssima. O brilho também achei adequado, aí nem cogitei passar top coat, já tava bom assim, pra que correr o risco de estragar? XD Gostei demais mesmo, estava precisando de um esmalte fácil com cor bonita e ele foi perfeito pra isso.