Lilac Colorvision – Dior

Sou tão chique que ganho Dior até das amigas. Não fosse isso motivo suficiente pra ser odiada, digo mais: não foi só uma ou duas vezes, já ganhei esmalte da Dior de três amigas diferentes. Rica na alma, sim ou sim? hahuah

O Lilac Colorvision não veio para o Brasil, consegui ele porque foi ganhado da Giu, minha miguxa que mora lá nos US and A. E ai, como odeio o nome desse esmalte.

DIOR-lilaccolorvision

Na verdade é pura frescura minha, mas me acompanhem: essa cor foi originalmente lançada na Ásia/Japão e por lá tinha o nome de FrouFrou. Gente. FROU.FROU. Frufru!

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Rodrigo Hilbert também é louco por esmaltes

MENTCHIRA, mas eu explico.

Daí que na minha profissão as vezes acontece algo bom, do tipo “conhecer” o Rodrigo Hilbert, cof cof. Pois é, pois é, o bonitão veio aqui pra Maringá gravar um VT e eu, com todo meu profissionalismo, o acompanhei o dia todo.

O cara é bonito mesmo, nossasenhora! E eu, como boa pata que sou, fico com essa cara ridícula de sono ao lado no muso.

Aí vocês me perguntam o que isso tem a ver com o blog, né? Bom, se eu por uma foto da mão dele posso dizer que tem TUDO A VER!

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Coleção: Esmaltes Arezzo

Ano passado quando a Arezzo lançou os esmaltes dela foi o maior alvoroço. Eu li em 6575786 lugares diferentes a mesma coisa e vi a mesma imagem, foi bem entediante legal.

Acabei ganhando a maioria dos esmaltes da coleção antiga e comprando alguns também. Tudo isso pra chegar a conclusão de que quase todos eles têm um similar nacional bem mais barato, HAHAHA.

Laranja, Vermelho, Laranja Neon (que é mais desbotado que o Laranja), Pink Ácido, Amarelo Ácido, Royale e Citrus.
Só faltou o Rosa pra ter a coleção de verão completa. Acho que nunca vou encontrá-lo. ;~

Já mostrei comparações com Amarelo, Vermelho e Laranja Neon aqui. E com o azul e verde aqui.

Desses todos, só usei o Pink Ácido. E não sei se um dia vou comprar Arezzo novamente, nenhuma das cores da coleção nova me chamou atenção até agora.

E vocês, gostam dos esmaltes da Arezzo?

Coleção: esmaltes japoneses

Ano passado minha cunhada me mandou alguns esmaltes do Japão, a maioria deles ela comprou nas lojas que eles chamam de “rakuen“. São lojas estilo as de R$1,99 que nós víamos por aqui, com uma variedade imensa de produtinhos baratinhos, custando em média 100 yen (+/- 1 dólar).

Os esmaltes do Japão são muito legais, a maioria tem uma cobertura muita boa e os frasquinhos são muito detalhados, quase dá mais vontade de comprar o esmalte pela embalagem do que pela cor. Dá só uma olhada:

Como eu tenho várias marcas vindas de lá, resolvi manter os esmaltes da mesma “nacionalidade” juntos, hahaha.

Os de trás, de frasco redondinho, são da marca AC, eles não têm nome, só uma identificação tipo A-62, bem bizarro.

Os retangulares, à direita, são da marca pa. Eles são mais caros, e o branquinho é um top matte, quando recebi esse foi bem antes da Big fazer o Matt Plus e tal. Só que o matte dele deixa o esmalte “esbranquiçado”, não é bem matte como estamos acostumadas, é diferente. Qualquer dia eu mostro aqui.

Esse verde da frente é bizarro, haehah. Não me perguntem pra que um cabo tão comprido, porque o pincel é curto, hahaah. É da Winmax, mesma marca que o amarelinho. Aliás, nesse vidrinho redondo eles tem várias cores em tom pastel, lilás, azul, rosinha.. tudo linda e que já foi devidamente pedido para minha cunhada, mas ela tá enrolando pra enviar ;~.
Aliás, perguntaram qual o esmalte que a Angélica estava usando sei lá que dia, e quando vi, achei parecido com esse verde.

O rosa tem um “saleiro” com glitter em cima. É tipo um saleiro mesmo, tem buraquinhos e você joga o glitter (de verdade) sobre as unhas. Meio esquisito, mas também divertido.

O marie claire é o esmalte mais único do mundo, é simplesmente lindo. Vejam o post dele e tirem suas conclusões. A Camilla fez uma misturinha pra imitar ele, posso dizer que os brilhinhos dourados ficaram iguaizinhos ^^.

O azulão de pote redondo me lembra tinta guache. NUNCA ABRI, ahehaehae. Mas deve ter uns vários nacionais parecidos, tipo o New York da Ana Hickmann.

Bom, é isso, 11 esmaltinhos nipônicos. Minha cunhada disse que ia mandar mais, tô aqui esperando desde o ano passado. :T

Coleção: gringos Absolutos

Bom, seguindo a catalogação fotográfica esmaltística da Bee, resolvi tomar vergonha na cara e fazer o mesmo. Na verdade, o post com fotos de nossas coleções são totalmente egoístas, HAHA, servem mais pra gente visualizar o que já tem. No entanto, sabemos que vocês também adoram ver coleções, e tenho certeza que se vocês souberem o que a gente tem, podem pedir pra ver algum esmalte na unha, pedir opiniões sobre cores e comparações não que a gente faça etc. E por que começar pelos gringos? Porque são os que tenho em menor quantidade! Vai ser a maior desgraça pra fotografar os Colorama, Impala e Risqué…deixei o mais difícil pro final!

Tentei agrupar por ordem alfabética ou só juntei os sem parzinho. Começando com os esmaltes de Portugal, vindos de uma troquinha muito boa com a Ari (recomendo a todas que tiverem oportunidade a fazerem troquinhas com o povo de Portuga!). Andreia é uma marca relativamente famosa no mundo esmaltístico. Tem cores bem bacanas e variadas. Ainda não usei nenhum dos dois que tenho. O Leticia Well é um glitter grandão azul lindo! Ainda não usei também. O Basic vocês já viram, até atualizei o post com as comparações sugeridas.

Andreia 34, Andreia 52, Leticia Well e Basic.

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Em busca de um lar: onde guardo meus esmaltes

Todo mundo que tem bastante esmalte tem o mesmo problema que eu: não ter um lugar adequado para guardar os malditos. Até os 400, ainda é fácil mantê-los em caixas bonitinhas e arrumadinhas, mas depois desse número, as caixas começam a incomodar, ocupar espaço, fica chato ter que fuçar em todas elas para encontrar o que precisa (isso se você for desorganizada).

Eu não gosto de deixar meus esmaltes deitados ou expostos. Deitados eles podem ficar bifásicos mais facilmente e expostos acumulam poeira rapidamente e eu detesto pó, me dá MUITA vontade de espirrar.

Vou contar todo meu processo até encontrar o lugar perfeito, HAHAHA.

Eu SEMPRE separei os esmaltes usados dos não usados, desde que eu tinha só 80 esmaltes e eles cabiam em uma caixa só. Os problemas só começaram a partir dessa quantidade mesmo, mais de uma caixa, já é incômodo. E a caixa que eu guardava, era uma caixa de sapato, de um tênis que eu tive. Usei ela por muito tempo.

O primeiro lar – foto de Julho/2009

Ela já estava em um estado deplorável, nem eu sabia mais o que havia sido usado ou não. Notem que a grande maioria dos esmaltes eram Risqué e Colorama. Felizmente agora é a Impala que domina minha vida, haehae.

Depois de assumir que essa caixa tava O caos, eu consegui outras caixas de sapato e comecei a usá-las, e deixei essa aí para guardar apenas os esmaltes já usados, que, até hoje, são em pouquíssima quantidade em comparação ao meu total.

Em Outubro/2009 a quantidade de caixas já havia se multiplicado bastante. E eu comecei a separar os esmaltes por usados/não usados e por marca. Antes eu ia guardando conforme o que comprava, numa tentativa de usar sempre os adquiridos menos recentemente.
Até hoje eu faço isso, nunca uso esmalte que recém comprei/ganhei, não consigo, hahaha. Ele tem que estar há, pelo menos, 1 mês em minhas mãos pra poder usar.

Puxadinhos do primeiro lar – foto de Outubro/2009

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