Dia das Estrelas – Risqué

Como as chances de eu ganhar um Oscar são baixas, resolvi usar o Dia das Estrelas pra pelo menos ter nas unhas a cor da estatueta.

Arrasei? Confesso que usei o Dia das Estrelas só porque minha irmã achou bonito, e como não queria que ela “estrelasse” antes de mim, resolvi usar de uma vez.

O Dia das Estrelas é um bronze metálico super elegante (da cor do Oscar). Eu sei que muita gente vai torcer o nariz pra ele, mas vale o teste, viu? Eu mesma me encantei por ele após achar brega.  E não fui só eu, várias pessoas vieram me perguntar que esmalte estava usando, uma tiazinha no salão (que eu fui para fazer a sobrancelha) quase implorou meu vidrinho.

Usei duas camadinhas e cobriu perfeitamente o branquinho da unha, secou rápido e ficou com um brilho básico.

No sol (como na minha foto) ele fica mais aceso, já em uma iluminação fraca ele apaga bem, super discreto. Risqué arrasou na cor e ganhou coraçõezinhos de amor by Fernanda.

Hoje o post é curtinho porque estou escrevendo meu discurso de agradecimento caso vacas voem ganhe um Oscar. Vou agradecer a todas vocês, eu juro.

Pé de Chinelo: In the Jungle – Essence

A Essence tem uma linha de produtos exclusiva para os pés. Chamada de Show your Feet (ou Mostre seus Pés), a gama de produtos também inclui esmaltes feitos especialmente para os pés. Ganhei um dessa linha da Bibi e fiquei curiosa em saber o que esse esmalte teria de especial. Em primeiro lugar, é óbvio que dá pra usar o esmalte nas unhas das mãos, mas pelo que entendi, esse esmalte tem um diferencial que favorece a aplicação dele no pé em relação a outros esmaltes.
In the Jungle é um verde escuro cremoso, parecido com o Verde Esmeralda da Risqué ou qualquer outro na mesma linha. Nem me lembro da última vez que passei um verdão nos pés, tava com saudades 🙂

No rótulo diz que o esmalte é antibacteriano, tem uma longa duração e cobre bem com uma única camada. Não foi bem assim… Tá certo que o esmalte é bem pigmentado, mas mesmo assim, tive que passar duas camadas pra deixar bonitinho. A cor dispensou top coat. O esmalte lascou no terceiro dia de uso, e só não culpo totalmente o esmalte porque ultimamente (frio!) estou usando muitos sapatos fechados que estragam qualquer esmalte que esteja no meu pé.

Só não pude testar o efeito antibacteriano, né? Será que ele ajuda a minimizar o chulé? Nunca saberei. Não havia informações sobre a composição do esmalte no rótulo e não achei nada no site (se alguém achar, avise, plis). Gostaria de saber se tem triclosan (agente anti-séptico comum em cosméticos e em mais um milhão de coisas) nele.

Bom, feito ou não especialmente para os pés, não vi nenhuma diferença entre ele e os esmaltes comuns, só sei que é verde, é lindo e eu gostei 🙂

Ipê Lilás – Blant Colors

Ainda não consegui parar de amar tons pastel, mesmo agora, que ando em uma fase meio escura e metálica. A coleção Cerrado da Blant Colors é uma das nacionais mais bonitas que já vi (ao lado da Doçura, é claro), e quando precisei de um esmalte clean pra dar uma aliviada, recorri ao Ipê Lilás.

Lilás clarinho com uma pequena cintilância, lindo. Gostei mais ainda do Ipê Lilás pelo nome já que sou apaixonada por ipês e morei muito tempo em uma casa que tinha um roxo na calçada da frente. Além disso, no inverno, Maringá fica simplesmente coberta por essas flores.

Lembro que a Zatz achou a aplicação do Ipê Lilás bem chata, então me preparei para o pior. Caprichei na base deixando o mais uniforme possível, e na hora no esmalte pincelei pouco (de 3 a 4 vezes por unha), pois o pincel acaba “arrastando” o esmalte. Mesmo fazendo isso ele manchou, então usei 3 camadas e finalizei com um top coat. Acho que deu certo, né?

Agora quero usar o Ipê Amarelo, só porque fiquei com invejinha do esmalte da Zatz de ontem.

Carlo di Roma nº 37

Tenho três esmaltes da marca Carlo di Roma que vieram de Portugal, em uma troquinha. As três cores são em tons pastel, tenho um azul e um verdinho, além do amarelinho de hoje. Há muito tempo não passava amarelo e apesar de achar que não combina nada com meu tom de pele, nem liguei e usei. Infelizmente o esmalte não tem nome, só um número. Procurei pelo site, mas parece que está fora do ar. Acho triste quando não consigo as informações que quero sobre um esmalte :/

Bom, o vidrinho é muito igual ao de um Chanel, tem até a tampinha quadrada que sai. Claro que não consegui tirar a minha, tava muito dura e já quebrei a tampa de um outro Carlo di Roma porque o plástico é bem vagabundo. Tive que pintar segurando esse negócio enorme quadrado. Não foi confortável.

O esmalte é amarelo clarinho, cremoso, sem nenhum efeito 3D. Já sabendo que a dificuldade de pintar seria grande, usei o Matt Plus como base e depois tive que passar três camadas do esmalte. Achei que ainda ficou um pouco manchadinho, mas até que gostei da corzinha de suco de ovo. Não usei extrabrilho. Só fiquei triste de não ter bolinhas de metal de misturar esmalte dentro dele. Sempre acredito que todos os esmaltes importados (ainda mais se tiverem mais de 10 ml) terão.
Amarelo não é uma cor muito querida pela galera, né. E vocês, encaram um mais clarinho, pelo menos? Olha que ficou bem discreto em mim, quase nude haha

Duas primeiras vezes

Dois mil e onze está sendo um ano cheio de “inovações” nas unhas para mim. Tenho saído da minha zona de conforto (adoro usar essa expressão, haha) e usado cores e marcas diferentes (inclusive um nude, mas isso fica pra outro post…). Tudo isso porque tenho muitos esmaltes que nunca foram tocados e quero ao menos conhecer todas as marcas que eu tenho.

Os esmaltes da Jubby são um exemplo. Até onde sei, Jubby só vende no RJ e é o mesmo fabricante dos esmaltes Mohda, inclusive algumas cores são idênticas em ambas as marcas (acho que as novas não).

O Anita eu ganhei da Andrea há mais ou menos 1 ano e 15 dias (muita precisão! aheua), ele veio junto com o Prata, da Ludurana e muitos outros esmaltes. Nunca havia usado essa marca :O

Anita é um cinza chumbo com um acabamento bem brilhoso, seca rápido e não deixa marca de pincel. O problema foi que, apesar de já estarmos no Outono e o friozinho ter aparecido por uns dias, quando usei esse esmalte a temperatura estava em torno de 30ºC. Resultado: bolinhas malditas. Aliado ao fato de minhas cutículas estarem sofridas, se recuperando do post da Dote, acabei odiando.

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