Pé de Chinelo: In the Jungle – Essence

A Essence tem uma linha de produtos exclusiva para os pés. Chamada de Show your Feet (ou Mostre seus Pés), a gama de produtos também inclui esmaltes feitos especialmente para os pés. Ganhei um dessa linha da Bibi e fiquei curiosa em saber o que esse esmalte teria de especial. Em primeiro lugar, é óbvio que dá pra usar o esmalte nas unhas das mãos, mas pelo que entendi, esse esmalte tem um diferencial que favorece a aplicação dele no pé em relação a outros esmaltes.
In the Jungle é um verde escuro cremoso, parecido com o Verde Esmeralda da Risqué ou qualquer outro na mesma linha. Nem me lembro da última vez que passei um verdão nos pés, tava com saudades 🙂

No rótulo diz que o esmalte é antibacteriano, tem uma longa duração e cobre bem com uma única camada. Não foi bem assim… Tá certo que o esmalte é bem pigmentado, mas mesmo assim, tive que passar duas camadas pra deixar bonitinho. A cor dispensou top coat. O esmalte lascou no terceiro dia de uso, e só não culpo totalmente o esmalte porque ultimamente (frio!) estou usando muitos sapatos fechados que estragam qualquer esmalte que esteja no meu pé.

Só não pude testar o efeito antibacteriano, né? Será que ele ajuda a minimizar o chulé? Nunca saberei. Não havia informações sobre a composição do esmalte no rótulo e não achei nada no site (se alguém achar, avise, plis). Gostaria de saber se tem triclosan (agente anti-séptico comum em cosméticos e em mais um milhão de coisas) nele.

Bom, feito ou não especialmente para os pés, não vi nenhuma diferença entre ele e os esmaltes comuns, só sei que é verde, é lindo e eu gostei 🙂

Ipê Lilás – Blant Colors

Ainda não consegui parar de amar tons pastel, mesmo agora, que ando em uma fase meio escura e metálica. A coleção Cerrado da Blant Colors é uma das nacionais mais bonitas que já vi (ao lado da Doçura, é claro), e quando precisei de um esmalte clean pra dar uma aliviada, recorri ao Ipê Lilás.

Lilás clarinho com uma pequena cintilância, lindo. Gostei mais ainda do Ipê Lilás pelo nome já que sou apaixonada por ipês e morei muito tempo em uma casa que tinha um roxo na calçada da frente. Além disso, no inverno, Maringá fica simplesmente coberta por essas flores.

Lembro que a Zatz achou a aplicação do Ipê Lilás bem chata, então me preparei para o pior. Caprichei na base deixando o mais uniforme possível, e na hora no esmalte pincelei pouco (de 3 a 4 vezes por unha), pois o pincel acaba “arrastando” o esmalte. Mesmo fazendo isso ele manchou, então usei 3 camadas e finalizei com um top coat. Acho que deu certo, né?

Agora quero usar o Ipê Amarelo, só porque fiquei com invejinha do esmalte da Zatz de ontem.

Carlo di Roma nº 37

Tenho três esmaltes da marca Carlo di Roma que vieram de Portugal, em uma troquinha. As três cores são em tons pastel, tenho um azul e um verdinho, além do amarelinho de hoje. Há muito tempo não passava amarelo e apesar de achar que não combina nada com meu tom de pele, nem liguei e usei. Infelizmente o esmalte não tem nome, só um número. Procurei pelo site, mas parece que está fora do ar. Acho triste quando não consigo as informações que quero sobre um esmalte :/

Bom, o vidrinho é muito igual ao de um Chanel, tem até a tampinha quadrada que sai. Claro que não consegui tirar a minha, tava muito dura e já quebrei a tampa de um outro Carlo di Roma porque o plástico é bem vagabundo. Tive que pintar segurando esse negócio enorme quadrado. Não foi confortável.

O esmalte é amarelo clarinho, cremoso, sem nenhum efeito 3D. Já sabendo que a dificuldade de pintar seria grande, usei o Matt Plus como base e depois tive que passar três camadas do esmalte. Achei que ainda ficou um pouco manchadinho, mas até que gostei da corzinha de suco de ovo. Não usei extrabrilho. Só fiquei triste de não ter bolinhas de metal de misturar esmalte dentro dele. Sempre acredito que todos os esmaltes importados (ainda mais se tiverem mais de 10 ml) terão.
Amarelo não é uma cor muito querida pela galera, né. E vocês, encaram um mais clarinho, pelo menos? Olha que ficou bem discreto em mim, quase nude haha

Duas primeiras vezes

Dois mil e onze está sendo um ano cheio de “inovações” nas unhas para mim. Tenho saído da minha zona de conforto (adoro usar essa expressão, haha) e usado cores e marcas diferentes (inclusive um nude, mas isso fica pra outro post…). Tudo isso porque tenho muitos esmaltes que nunca foram tocados e quero ao menos conhecer todas as marcas que eu tenho.

Os esmaltes da Jubby são um exemplo. Até onde sei, Jubby só vende no RJ e é o mesmo fabricante dos esmaltes Mohda, inclusive algumas cores são idênticas em ambas as marcas (acho que as novas não).

O Anita eu ganhei da Andrea há mais ou menos 1 ano e 15 dias (muita precisão! aheua), ele veio junto com o Prata, da Ludurana e muitos outros esmaltes. Nunca havia usado essa marca :O

Anita é um cinza chumbo com um acabamento bem brilhoso, seca rápido e não deixa marca de pincel. O problema foi que, apesar de já estarmos no Outono e o friozinho ter aparecido por uns dias, quando usei esse esmalte a temperatura estava em torno de 30ºC. Resultado: bolinhas malditas. Aliado ao fato de minhas cutículas estarem sofridas, se recuperando do post da Dote, acabei odiando.

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Fosco da Fina Flor e flocado da Hits

Essa sou eu resgatando esmaltes antigos. Ok, o Tweed nem é tão antigo assim, mas usar um esmalte que está há quase um ano parado é quase tão bom quando usar um novinho.

Resolvi desenterrar o Tweed pois queria um esmalte escurão e fosco.

Foto horrível no sol

O Tweed faz parte da Coleção Matte Fina Flor, e foi lançado em maio do ano passado. Ele tem um tom lindo de azul, mas o que eu mais gosto nesse esmalte é que além de ser fosco, ele também tem uns micro brilhos fofos.

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Talismã: o esmalte para quem tem sorte

Tenho um esmalte da marca Talismã desde o ano passado, mas nunca usei. Foi comprado na região da 25 de março, aqui em São Paulo e custou uns 50 centavos, se não me engano. Só há um rótulo no esmalte, com o nome da marca, data de validade e um símbolo de trevo de quatro folhas. Não há nome do esmalte, nenhuma informação sobre composição ou fabricantes. Nadica.
O esmalte é um verde claro neon, bem forte, lembra o Caipirinha da Hits, só acho o Caipirinha um pouquinho mais claro e amarelado que esse. Fazia tempo que eu não usava esmalte neon e me esqueci de quão difíceis eles são para aparecer nas fotos. Eu super alterei a minha foto no computador, com a intenção de realçar a cor do esmalte e, mesmo assim, não ficou completamente fiel. A cor da minha mão não é essa, antes que alguém comece a reclamar de algo. Só pra vocês terem uma ideia, a foto original que tirei deixou esse esmalte da mesma cor que o Oriental Jade, um verdinho pastel. Absurdo, né?

Amassadinho no mindinho. Também, 4 camadas demoram pra secar ¬¬

Tive que passar QUATRO camadas até ficar sem nenhuma mancha. O pior é que terminei de pintar e só depois percebi aquele monte de pontinhos pretos no esmalte. Um horror. Confesso que amei a cor, mas não vale a pena comprar, nem ganhar esse esmalte huaha Muito ruim.

E por que depois dessa desgraça toda, é um esmalte para quem tem sorte? Por causa do trevo no rótulo?
Não. Porque pra você usar um esmalte de menos de um real, comprado no centro de São Paulo, sem nenhuma identificação de procedência e não ter nenhuma pereba ou desenvolver um sexto dedo, só tendo muita sorte na vida mesmo.

Não ganhou selinho LPE de qualidade.