Removedor Sally Hansen

Um dos produtinhos que trouxe da última vez que fui pro Paraguai foi o removedor extra forte da Sally Hansen.

Nunca tinha ouvido falar desse remover, acabei trazendo por curiosidade e por achar a embalagem bonitinha.

O removedor Sally Hansen promete ser 20% mais forte e retirar o esmalte 50% mais rápido que outros. Se a porcentagem é essa não sei, mas que ele é melhor que os nacionais isso ele é, melhor até mesmo que Lutex.

Apesar de chamar esse Sally Hansen de removedor, ele possui acetona em sua fórmula. Pra compensar os efeitos “ressecantes” da acetona, a fórmula contém também Pro-Vitamina B5 e Vitamina E, o que promove uma hidratação suave tanto para as unhas quanto para as cutículas.

Fórmula

Eu adorei esse removedor, principalmente pela aparência que ele da às cutículas após o uso, mas definitivamente ele não deve ser usado antes de esmaltar as unhas, pois a hidratação não deixa o esmalte fixar nas unhas.

O removedor Sally Hansen tem um cheirinho delicioso e fraquinho, gostei bastante, e olha que pra eu gostar de cheiro em removedor demora hein, até hoje tenho ânsia de vômito quando abro o meu de pêra da Top Beauty.

Não sei se é fácil achar produtos Sally Hansen no Brasil, mas Ebay é vida, lá a gente consegue tudo.

Wicked Game – Deborah Lippmann

Eu sei que sempre falo que encontrei o amor da minha vida, mas dessa vez é sério, nunca mais vou amar um esmalte do jeito que amei o Wicked Game da Deborah Lippmann.

O Wicked Game é um duocrome metalizado, que vai do lavanda ao verde acinzentado. Ele parece ser bem ralinho, mas dá pra conseguir uma cobertura legal com duas camadas.

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Yes Love 408

E aí que uma leitora e comentadora bem assídua aqui do blog, conhecida como Helô, foi passear na Espanha e em Portugal para fazer um curso de pizzaiola. Como ela não aguentou de saudades nossas cof, cof, resolveu comprar uns esmaltinhos pras autoras desse humilde blog (obrigada sualinda *MUAH*). Ganhei dois esmaltes, entre eles, o Yes Love 408. Infelizmente não tem nome, só o número mesmo. Eu já tinha outros esmaltes da marca (que nunca usei, vixi!) mas todos os outros têm vidrinhos diferentes desse que a Helô me deu. Acho que por isso, acabei escolhendo ele pra usar logo!

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Opinião Masculina – Craquelado

Acompanhando a moda das unhas de vocês, nada mais justo falarmos do Craquelado, acho que agora a moda do craquelado invadiu os fabricantes nacionais. Todas vocês já devem ter pelo menos um, e se não tem, está naquela lista de esmaltes a comprar, que eu sei que vocês tem. HAahhahahaa
Quase o post não sai hoje, mas infelizmente a Bianca me fez o favorzão de me lembrar após o almoço, dando uma indigestão e mais um post para vocês lerem.


Foto de: Cláudio Freire.

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Ilhabela – Avon Colortrend

Depois que eu fiz aniversário comecei a me sentir uma pessoa velha. Isso acontece todo ano e dura até o início de Março, me sinto sem pique, acabada, perdida, um estorvo pra sociedade e começo a resgatar as coisas do passado: cadernos, agendas, canetas, roupas, ESMALTES…

Acabei me dando conta que eu tenho tanto esmalte bonito que só foi usado uma vez e nem me lembrava… Resolvi que vou “eternizar” essas cores e postar aqui. Vocês não têm noção de tudo que isso acarreta na minha vida, desde 2008 eu não repetia esmalte e fazer isso vai contra todos meus princípios (?), ehisuehaso.

Acabei escolhendo meio aleatoriamente o Ilhabela da linha Colortrend da Avon.

Dá pra ver pelo frasco que o esmalte estava meio bifásico. E grosso. Sem falar que venceu em 2008 e eu uso porque sou uma IRRESPONSÁVEL, não façam isso em casa, esmalte vencido tem que ser jogado fora.

Agora voltando à cor… quando peguei o frasquinho, achei que ele era mais um daqueles milhões de rosinhas que a Avon fazia direto (acho que tenho 93% de toda a coleção daquela época, pois só comprava esses esmaltes). Mas na verdade ele tem um fundinho roxo, acho que é aquela cor que chamamos de malva, talvez um pouco mais escura do que está na foto.

Precisei pingar várias gotas de óleo de banana para deixar o esmalte usável, mas mesmo assim ele continuou grosso e ficou todo marcado. Dessa vez usei o roxinho da Colorama (Cobertura Intensificadora da Cor) pra salvar a aparência do coitado, mas só porque gostei muito, muito, muito da cor, em outra época teria tirado tudo.

Fazia tempo que eu queria usar uma coisa assim, meio rosa, meio lilás, mas nunca encontrava um esmalte que combinasse com meu tom de pele.

Quem aí ainda tem esmalte da Avon nesses frascos gordinhos? Lembro que teve uma época que os esmaltes vinham com bolinhas dentro, mas isso foi há tanto tempo, que é melhor eu parar de pensar nisso pra não ficar deprimida com a minha velhice.

Pé de Chinelo: deixando seu pé macio macio

Por mais bobo que possa parecer, ainda tem gente que pergunta: mas cutículas das mãos são iguais às dos pés? Ué, cutícula é cutícula, pele “sobrando” nos dedos, independente de onde eles estejam. Eu não tiro mais as cutículas dos pés e cuido delas (quase) do mesmo jeito que as das mãos. Digo quase porque é óbvio que rola uma preguicinha de ter o mesmo ritual de cuidados que as mãos, e as mãos estão sempre livres, acaba sendo mais fácil passar um creminho nelas toda hora do que nos pés.
Basicamente, para quem também gosta de fazer os pés em casa, é só seguir as dicas que já demos aqui no blog com os cuidados das mãos. O que muda com os pés é que, dependendo de como você cuida deles no dia-a-dia, eles possam precisar de mais atenção. Selecionei alguns tópicos mais corriqueiros sobre o assunto e separei umas dicas.

Cutículas: a Fer já falou horrores sobre hidratação de cutículas e o mesmo é válido para os pés. Aproveite a hora do banho para empurrá-las e tente passar um creminho específico para hidratação da região pelo menos a cada dois dias (isso serve pra quem tem pouca cutícula no pés e pele normal. Adapte o processo ao seu tipo de pele). Eu já falei sobre empurrar cutícula no post sobre amolecedores de cutículas e o post também serve para os pés de quem tira e para quem não tira a cutícula. Para quem tira, deve ter atenção redobrada: arrancar bife no pé pode ser muito mais dolorido e como os pés costumam ficar mais tempo cobertos e sem ventilação, a cicatrização pode demorar mais.

Calos, bolhas e joanetes: na maioria das vezes os três problemas são causados pelo mau uso de alguns sapatos. Bolhas são formadas por causa do atrito da pele pegando no lugar errado do sapato. Elas saram rápido, desde que você não cutuque (caso ela fure, use um antisséptico) e deixe a região bem arejada para que ela seque. Calos são formados para proteger uma região da pele que também sofre muito atrito. A pele engrossa para evitar um machucado mais grave. Não se deve ficar lixando a região afetada e a solução é usar cremes à base de uréia para hidratar a região com mais eficiência e não cutucar. Podem ser retirados com cirurgia, dependendo do caso. Já a joanete é uma deformidade grave que pode envolver o alargamento do osso ou do tecido na base do dedão do pé. Também pode ser provocado pelo mau uso de alguns calçados e pode ter origem genética. O tratamento pode exigir remédios ou até mesmo cirurgia, dependendo da gravidade.

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