Violeta – Colorama

Juro que não me empolguei quando vi as primeiras imagens da coleção Aquarela Tropical. Até porque de cara já sabia que o amarelo ia ser amarelão, e eu não gosto muito dessa coisa gema de ovo. As outras cores, achei normais, todas as empresas do mundo já haviam lançado, só a Colorama que não.

Pra melhorar, o preço “começava” em mais de R$3. E em lugar algum eu vi esses esmaltes sendo vendidos por menos de R$3,75. Decidi que não ia comprar nenhum da coleção.

Mas aí meu namorado lindo me deu dois <3 o Violeta foi um deles. E ele estava pediiiindo pra eu usar (nhoim, que lindo), depois de muita enrolação (e das unhas crescerem um pouquinho), eu passei o esmalte.

A cor é bonita sim, bem diferente dos roxinhos que vemos por aí, mas achei a qualidade dessa Única Camada uma bosta. Tá certo que esse é o primeiro esmalte da linha que eu uso, mas se é pra mudar a fórmula, que mude pra melhor, já que vamos ter que pagar mais caro e blablabla.

Tive que pintar a unha 2x com esse esmalte. Na primeira, consegui pintar até a mão direita com uma camada e ficou bonitinho, sem defeitos. Fui para o banho e as pontinhas todas “amassaram”, como se o esmalte fosse um adesivo que descolou da unha.

Aí decidi que era questão de honra. Tirei tudo e pintei novamente. Dessa vez a “única camada” não ficou tão boa e tive a impressão de que todos os defeitinhos da unha ficaram marcados. Pra ajudar, lotou de bolinhas ¬¬.

Preciso dizer mais uma vez que o Seche Vite é o amor da minha vida? Esse acabamento todo lindo e esse brilho perfeito (cof, cof) são um oferecimento do melhor top coat do mundo. E eu juro que não ganho nada pra falar isso .

Me inspirando em algumas tongas do formspring: Violeta, você não seria nada sem o Seche Vite. E Colorama, pára com essa frescura de colocar brilhinhos no frasco se eles não aparecem na unha.

Bad Romance – Deborah Lippmann

Continuando a saga dos esmaltes hipoalergênicos e aproveitando pra usar todos os importados da fila, usei o Bad Romance da Deborah Lippmann que ganhei da Lola.

Como vocês devem saber (ou imaginar), o Bad Romance é uma homenagem à música da Lady Gaga. Pois é, a tia Deborah além de ter essa marca incrível de esmaltes ainda é super amiga da louca da Gaga, fraca, não?

O Bad Romance possui uma base jelly preta com glitters fúcsia (um pouco mais arroxeado que na foto) em dois tamanhos e formatos: os tradicionais pontinhos pequenos e o hexagonal maiorzinho que eu tanto amo.

Usei 3 camadas, pois a base preta é bem ralinha então precisa caprichar pra ficar bem preto. A aplicação é meio chatinha, não pode dar várias pinceladas ou os glitters vão embora, então tem que acertar de primeira. A textura não é das mais lisas, mas um top coat resolve.

Todos os esmaltes da Deborah Lippmann são livres de formaldehyde, toluene e dibutyl phthalate e não são testados em animais. Cada esmalte custa em média $16, mas infelizmente não são vendidos no Brasil.

Confesso que não sou fã da Lady Gaga, mas a homenagem foi ótima e criou um dos esmaltes mais bonitos que já vi. Não consigo imaginar que um dia eu vá usar um esmalte tão bonito quanto esse, fiquei apaixonada.

Duvido que alguém não tenha visto o clipe que deu origem a esse esmalte, mas deixo pra vocês o Bad Romance:



Obrigada Lola ♥ Esse foi meu melhor presente de aniverário/natal/aniversário/natal.

Moça ordinária da Guga

Nada como escolher uma corzinha alegre para combinar com esses dias lindamentes chuvosos em São Paulo. Resolvi usar uma cor que tava empacada há séculos (como centenas de outras) aqui em casa: Moça, da Guga. A cor não é recente na marca, e eu até queria a versão do vidrinho anterior porque achava mais vintage.

A cor é uma graça, um laranja neon meio desbotado. Não é laranja neon igual aos que estamos acostumadas.

Pena que apesar de eu amar esmalte laranja, e dessa cor ser única (sério, se alguma de vocês souberem de um substituto, me avisem!), foi a maior desgraça DO MUNDO pra passar. Vai pra lista negra dos esmaltes podres. Passei quatro camadas e sofri muito pra ter um resultado bem meia-boca no final. Ficou grosso nas unhas e ainda apareceram umas bolinhas. Eu só não resolvi tirar tudo e jogar o esmalte fora porque todo esse trabalho tinha que pelo menos resultar em um post-desabafo hauha. Gente, foi mais trash do que passar o Nebulosa, sério. Já usei outros esmaltes da Guga antes e não foi tão ruim pra passar. Não sei o que acontece com esse. Até dei uma olhada pelo Flickr, e parece que o problema não sou eu haha outras meninas disseram que também foi o esmalte mais horrível que elas passaram… uma pena. Juro que se fosse um esmalte vermelho eu não reclamaria tanto.

Ainda bem que na foto, ele até saiu bonitinho haha Só pra resumir, NÃO comprem esse esmalte. Até que a Guga um dia mude a fórmula, sei lá, vocês vão se decepcionar.

Qual o esmalte que fez vocês ficarem com vontade de jogar o vidro na parede? Nomes, por favor, queremos saber o que não comprar haha

Azaléia – Max Beauty

Eu sei que Azaléia nem tem mais acento (maldita reforma ortográfica), mas esse é o nome do esmalte e eu vou escrevê-lo como consta na embalagem.

Até a marca mudou de nome, mas o meu frasquinho diz Max Beauty em vez de Top Beauty, então eu vou escrever Max Beauty 😛

O mais irônico disso tudo é eu ter o esmaltes nas duas versões de embalagem e nome da marca. Como eu tenho muito esmalte, é normal eu ganhar cores repetidas, e foi exatamente o que aconteceu com essa cor. Mas sempre costumo manter os repetidos separados e se o antigo ele já foi usado/testado, guardo o “novo” e não mexo nele até o primeiro estragar/acabar/quebrar/etc.

A Zatz já postou esse esmalte logo que ela entrou pro blog e eu fiquei morrendo de inveja. Como boa amiguinha, ela me deu de presente um, que está lindamente guardado na minha caixinha de Top Beauty’s em Maringá.

Daí vocês perguntam porque a foto é de um Max Beauty.

Eu estava em Porto Alegre e *pausa dramática* MINHA UNHA QUEBROU.

CORRÃO para as montanhas, 2012 vai chegar antes do que se imagina! Minhas unhas nunca, nunca, nuunca, NUNCA quebram, pois elas são molinhas, dobráveis e eu costumo encher o saco do tamanho delas e passar a tesoura antes disso acontecer. Dessa vez a unha do indicador “trincou”, só fui perceber enquanto lavava o cabelo e ela ficava pegando entre os fios.

Revoltada, passei a tesoura em todas e deprimi porque queria usar o Violeta da Colorama, mas achei que ele não ia ornar com meus dedinhos que ficam cabeçudos com as unhas curtas.

Aí veio minha prima toda linda e me deu esmaltes de presente. Esmaltes “marca devil”, como ela diz.

Pronto, ela me salvou! Sou neurótica e acho que unha curta só combina com lilás. Lá fui eu toda feliz passar o lilasinho “novo” na unha. Apesar de ter essa cara de aguadinho, ele cobriu bem com duas camadas e tem um brilho ótimo. Não lembro se passei top coat (Seche Vite, meu novo amor, hahaha – oferecimento da Fran), se passei, foi só pra matar as bolinhas, porque ele brilha desse jeito todo lindo.

Lilás, eu te amo. <3
Azul, você tá ficando chato.

Running in Stilettos – UNT

Ando meio preocupada com alergia a esmalte, principalmente depois da participação especial que a Kika fez aqui no LPE,  é que eu tenho alergia a quase tudo (respiratória e alimentar), e ultimamente ando me coçando muito depois de usar alguns esmaltes. Decidi fazer testes com algumas marcas e ver o que dá, tenho quase certeza que é coisa da minha cabeça, mas vou dar um tempo e usar só esmaltes que a princípio são hipoalergênicos.

Pra começar escolhi o Running in Stilettos (PR050) da UNT.

Quando o pessoal da UNT entrou em contato com o LPE, a primeira coisa que me chamou a atenção é que eles garantiam que mulheres grávidas e lactantes poderiam usar seus esmaltes, já que eles são livres de formaldeído, tolueno e de ésteres de ftalato. Se mulheres grávidas podem usar, eu também posso.

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Holográficos da Dote

Ano passado, mais precisamente na Beauty Fair, a Dote “avisou” do lançamento de 3 cores holográficas. O lançamento era previsto para Outubro/2010, mas acabou atrasando e aconteceu mesmo no finalzinho de Dezembro/2010.
Recebi esses esmaltes uns dias antes do Natal, mas o sol andava tímido e eu ocupada com as minhas férias (cof, cof).

O nome oficial da coleção é Trio Elétrico, e conta com três cores: verde, azul e rosa. Em um primeiro momento, as cores seriam nomeadas com nomes de mulher (blé): Claudia, Ivete e Daniela. Provavelmente deu algum rolo e a assessoria da marca mandou um comunicado: “A título de esclarecimento, a linha não tem nenhum vínculo artístico”, afinal, se eu ouço “Ivete”, eu já penso em Ivete Sangalo, haahha. No fim, os esmaltes foram renomeados para Glamour, Luxo e Fashion.

E eu vou parar com a ladainha, porque sei que o que vocês querem ver mesmo é foto, hahaha.

Glamour, Luxo e Fashion

Confesso que assim que abri a caixinha, fiquei decepcionada. A foto acima foi tirada sob um sol forte e o que vemos são pontinhos brilhantes esparsos. Dentro de casa é impossível ver qualquer vestígio de holografia no frasquinho, fiquei muuuito, muito triste com isso.

O esmalte é holográfico, sim, mas tem um efeito fraco, esperava um pouco mais. Pelo preço (entre R$7 e R$10, segundo li pelo Flickr), até acho que vale a pena. Com o dobro (nem isso) você compra um China Glaze OMG, então digamos que o preço é proporcional à holografia, haahah.

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