Esmaltes que eu não sei porque tenho

December 14, 2009 in Geral

Eu tenho dezeeenas centenas de esmaltes, mas usei bem poucos deles. Não repito esmalte já deve fazer uns 2 anos, mas como não pinto as unhas com tanta frequência, minha caixinha de esmaltes usados é uma apenas, enquanto tenho 5 ou 6 só com os não usados.

Resolvi fuçar na minha caixa de esmaltes usados e me surpreendi com a quantidade de esmalte clarinho que eu tenho. Os mais usados são Risqué e Avon. Nossa, como tenho esmalte da Avon! Da época que eu revendia e sempre comprava pra mim. Só que todo mundo sabe que Avon tem uma variedade tããããão grande de esmalte (sarcasmo). E aquele folheto vive me enganando e me fazendo comprar esmaltes feios :(. Daí eu tirei fotos dos que achei mais nada a ver e não pretendo usar nunca mais nessa vida (até porque se eu continuar sem repetir esmalte, terei de viver 300 anos pra usar tudo, HAHAHA).

Ignorem que os esmaltes estão meio “destruídos”, porque eles são bem antigos, a maioria já venceu ou ainda vai vencer esse mês. Sem falar que ano passado meu namorado derrubou minha caixinha de esmaltes no chão e quebrou dois deles, lambuzando todo o quarto, cama e algumas embalagens, por isso eles estão sujinhos.

A primeira leva:

Luna – Impala, Entardecer – Colorama, Rebu – Risqué, Samba Juliana – Colorama, Exuberance – Luiza Brunet

Luna, Impala – Não sei de onde saiu, como saiu ou porquê saiu. E muito menos porque está tão “usado”. Acredito que eu tenha usado uma vez apenas, mas passado várias camadas para tentar cobrir o branquinho da unha (o que não deve ter dado certo, heiosheoa).

Entardecer, Colorama – Na foto ele tá avermelhado, dei uma photoshopada pra tentar aproximar mais da cor real. É um ferrugem com detalhezinhos discretamente metálicos. É uma cor feia, fato. Só usei uma vez. De novo, não lembro quando, onde ou porquê.

Rebu, Risqué – Rebu é clássico, né? Não sei de onde saiu esse esmalte também. Certamente eu tenho memória seletiva, pois a maioria dos esmaltes desse post eu não lembro de ter comprado ou usado. Esse aí meu namorado diz que eu já usei ao menos um vez, com várias camadas. Nem lembro que tenho ele guardado. E o Beterraba, da Impala, mancha muito mais que o Rebu! (e é mais bonito)

Samba Juliana, Colorama – Eu vejo esse esmalte e lembro daquela música. Não lembro de ter comprado, sequer usado. Mas taí a prova de que usei. Que lástima para minha reputação.

Exuberance – Luiza Brunet – Esse eu lembro de ter usado, comprei da Avon, mas não sei se foi pra mim ou minha mãe. Lembro de ter usado bastante. Hoje em dia detesto essa tonalidade. É o único dos meus esmaltes que não está utilizável. Cheiro muito forte, inapropriado para o uso, tá separado para limpar e reutilizar o vidrinho; qualquer dia faço isso.

Havana – Risqué, Goiaba, Ameixa, Ameixa e Rosa Afrodite – Avon

Havana, Risqué – Esse acho que todo mundo conhece. Dizem que o Toque de Ira é igual, mas sei lá, não usei o Toque de Ira ainda. Lembro quando usei, foram 3 ou 4 camadas. Sim, só foi usado uma vez e gastei quase metade do esmalte. Odeio gastar muito esmalte. Eu gosto da cor dele, apesar de ser abertão, sempre gostei, não sei porquê. Separei o Havana porque é o mais diferente dos antigos, não porque eu detesto a cor. Só detesto a embalagem dizer que ele é cremoso quando é quase transparente.

Antes, uma constatação sobre esmaltes Avon. Eles são os que ficam bifásicos e engrossam mais rápido. Já joguei vários da marca fora porque, simplesmente, não tinha condições de usar. Eu acho esmalte da Avon a maior porcaria do mundo, mas vivo comprando. Sei lá, sou masoquista.

Goiaba, Avon – Eu ODEIO essa cor. Ainda bem que saiu de linha, FOI TARDE. Nenhuma consideração a mais a fazer.

Ameixa, Avon – Sim, eu tenho dois. Acho até que tinha um terceiro, mais antigo, que tive que jogar fora, hahaha. Não que eu seja a maior fã da cor, comprei repetido sem querer. E não sei dizer se os lotes são a mesma cor, porque um tá mais bifásico que o outro. Qualidade é o que há na Avon.

Rosa Afrodite, Avon – Corzinha sem graça. Usei muita cor assim porque não achava coisa melhor pra vender (não que eu procurasse também). Acho que é por isso que odeio clarinhos.

Pérola Negra – Êxtase, Rosinha – Impala, Ninfa – Risqué, Pérola – Colorama, Paris – Risqué

Pérola Negra, Êxtase – Lembro que usei uma vez. Cinza metálico. Não muito bonito. E eu que achava que nunca tinha usado Êxtase! hahaha

Rosinha, Impala – Comprei um igual esse ano, sem saber que tinha esse guardado. Mas eles são diferentes, abaixo eu falo sobre isso.

Ninfa, Risqué – Me lembra o Boa Sorte, também da Risqué. Alguém lembra do Boa Sorte? Usei muito ele, nem sei onde foi parar, devo ter usado até o fim.

Pérola, Colorama -Branco, né.

Paris, Risqué – CHOQUEI quando vi isso. Eu tenho um Paris! HAHAHA E bem usadinho ainda ¬¬.

Agora olha a diferença do meu Rosinha atual pro antigo, que vence em 2010. À direita coloquei o Gaia. Acho que pegaram a fórmula do Rosinha antigo, modificaram uma coisa ou outra e fizeram o Gaia. Daí resolveram fazer um rosinha de verdade! hahaha

Ai, vocês sabem ler, né? ahoiesae

Esses são alguns dos esmaltes que não me orgulho de ter, ahesauioea. E, claramente, não pretendo comprá-los de novo. Algum desses é o favorito de alguém? (espero que não, hesouiea)

O esmalte diz muito sobre você

November 12, 2009 in Dicas Úteis

Vocês sabiam que as cores refletem a personalidade de cada uma de nós? Pois é, é possível dizer muito sobre uma pessoa só analisando a cor do esmalte usado.

Então tome nota do seu esmalte preferido e confira abaixo se a descrição da cor bate com a sua personalidade, mas lembrem-se, não é uma ciência exata (haha), levem na brincadeira, ok?

Transparente (a discreta): Optar por uma base transparente te descreve como uma pessoa discreta. Você é uma mulher prática e segura de si, além de honesta e natural. Leva a vida de maneira aberta e não tem medo de se expressar.

O transparente da atriz Shenae Grimes

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Não se renda ao Renda!

September 10, 2009 in Geral

Primeiro, as apresentações. Meu nome é Fernanda (oi Fernanda) e sou louca por esmalte, não tanto quanto a beeanka, mas sou. Assim como a dona deste blog também não sou muito “mulherzinha”, mas tiro cutícula e limpo os cantinhos com acetona, e levo umas 3 horas pra fazer pé e mão sozinha, mas me viro. Enfim, é isso, espero não causar revolta com meu post sobre o Renda, rs. Lá vai:

Li em algum lugar que o Renda da Risqué lidera o ranking dos esmaltes mais vendidos entre as brasileiras há mais de 10 anos. Como assim aquele esmalte básico é o preferido das brasileiras? Onde está a GRAÇA? Com tanto verde, vermelho, pink por aí o tom de branco é que faz sucesso, tsc tsc.

Vamos filosofar um pouco aqui (filosofia de comadre no salão). Pra mim, quem usa Renda busca a segurança, a mesmice, não ousa, não descobre novas possibilidades (haha) e, consequentemente, também não se arrepende. Pode parecer profundo demais, mas isso reflete na personalidade e no tipo de vida, e quem quer ter uma vida segura e quadradinha? Eu não, e desde sempre.

Lembro que quando pequena ia ao salão com a minha mãe e pedia pra tia pintar minhas unhas de cor-de-rosa com bolinhas vermelhas. Mais tarde ganhei três esmaltes do É o Tchan (dourado, prata e verde, todos com gliter). Depois, comecei a comprar uma coleção da Risqué que vinha com pequenos adesivos e tinha as cores metálicas mais legais. Resumindo, nada básica.

Hoje em dia só não sou tão ousada quanto a beeanka, que pinta os indicadores de cores diferentes das unhas restantes (pronto, contei), mas também não me rendo ao Renda. A vida já anda tão sem graça e sem cor que ao menos minhas unhas colorem as ruas por aí.

Além de tudo, esse esmalte é muito ruim, só dá para usar umas duas vezes, depois ele fica grosso e é impossível aplicar nas unhas. Eu sei disso porque minha irmã é adepta ao Renda (argh), e metade dos frasquinhos de esmalte que tem em casa são dele.

A nova coleção do Renda (nem é mais nova) é tão morta quanto o original, só tem umas frescurinhas a mais. Concluindo, Renda só se for pra usar como base para as misturinhas e olhe lá, diga NÃO ao Renda (hahahahaha).

Chega, né? Tudo isso foi só um pouco de filosofia barata de alguém que condena mãos “mortas”.
Tchau, meninas.