Déjà Vu: Violine Interdit, Bourjois

Cansei de ficar repetindo esmalte (usei 2 e não quis mais brincar disso, heahe) e voltei para as minhas “estréias”. Dessa vez o escolhido foi o Violine Interdit, presente da minha mãe e da Fernanda.
É presente das duas porque eu ganhei o mesmo esmalte de ambas, ahaha.

A Fernanda também tem ele e até já usou. Isso já faz um ano, foi mais ou menos na época que eu ganhei dela o esmalte. Agora imaginem quantos esmaltes eu tenho há mais de um ano e nem foram tocados? Pois é.

Demorei para usar ele porque queria ver se aguentava os 7 jours que ele diz que “brilha e ‘segura'”. Passei ele em uma dessas madrugadas que eu viro sem dormir. Logo que o dia começou a clarear, eu tirei essa foto.

Brilha bastante, né? O esmalte já estava seco. Pelo menos eu achava que estava. Acontece que quando pinto as unhas na madrugada, costumo fazer isso em frente ao computador, ou seja, um processo de 40min vira algo em torno de 2h, porque eu me distrario com os sites que vejo e sempre invento de fazer o “lanchinho da madrugada”. Dessa vez eu pintei rapidinho a mão direita e fiquei enrolando para pintar a mão esquerda.

Não quis passar top coat pra não interferir no teste do esmalte, então fui dormir achando que estava tudo bem seco e bem feliz. Acordei no outro dia mesmo dia (só que mais tarde, haeoiaea) com o esmalte da mão esquerda amassado :/
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Verde Esmeralda – Risqué

O esmalte repetido dessa vez é o Verde Esmeralda, é um dos verdes que eu menos gosto. Lembro direitinho da primeira vez que usei ele, depois de pintar as unhas decidi que não gostava de esmalte verde, hesueas.

Claro que a verdade agora é bem outra, eu gosto de esmaltes verdes, mas não como acontece com o azul, que eu amo em todas as suas variações, gosto mais de verdes claros ou escuros, com pouco amarelo. Mas dessa vez não detestei tanto o coitado, em alguns momentos até comecei a achar a cor bonita.

Talvez seja porque agora eu aprendi a fazer as unhas e ficou menos porco, hahaha. Outro agravante para eu não ter gostado da cor, foi o contraste com a cor do meu cabelo. Não gente, rosa e verde só se for em tom pastel, e mesmo assim meio a contragosto, haaha.

Na foto ele não está muito bonito, mas juro que não ficou manchado desse jeito. Na verdade, ele cobriu bem as unhas, só essa iluminação de dia nublado que deixou ele mais sem graça.

Inventei de passar o Iceberg, craquelador branco da Big Universo por cima e não gostei. Como disse a Fernanda, parece pasta de dente seca, continuo preferindo o meu Barry M. Agora só falta a Barry M fazer outras cores. Barry M lançou 3 cores novas de craquelado, talvez eu compre 🙂

Acho que cansei desse negócio de repetir esmalte, vou continuar usando eles só no pé 😛

Bases

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Aposto que todo mundo aqui sabe muito bem o que é a base, não é mesmo?
Como o próprio nome já diz, a base é para ser usada antes do esmalte, para proteger as unhas. Mas proteger do que? A função principal da base é evitar que o esmalte manche as unhas.

Sabe quando você usa um esmalte azulão e parece que está com sintomas de cianose, já que as unhas também resolvem ficar azuladas? Ou quando você passa um vermelhão e elas ficam amarelas? Pois é, quer dizer que a base que você usou é uma porcaria e não cumpre o papel básico dela.

Bases, fortalecedores, etc.

Algumas bases são melhores que outras e dentro dessa “linha de tratamento”, existem as que são preparadoras da cor, as que fortalecem, as que nivelam, as que garantem maior durabilidade do esmalte e etc.

Apesar de parecer lógico pra gente, ainda tem gente que não usa base antes do esmalte. Eu não recomendo (mas afinal, quem sou eu pra recomendar coisa alguma? aheoiai), uso base sempre, até pra fazer swatches. Aliás, principalmente por isso, esse negócio de tirar e botar o esmalte 3x no mesmo dia, detona não só com as cutículas, mas com meus dedos e, consequentemente, as unhas.

Minha unha sempre descamou, desde que me conheço por gente. Não quebravam, mas desfolhavam como se fossem um salgado velho da padaria da esquina. A solução pra isso? Não é a mais prática, mas é o que tem funcionado pra mim: alternar o uso das bases.

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Ilhabela – Avon Colortrend

Depois que eu fiz aniversário comecei a me sentir uma pessoa velha. Isso acontece todo ano e dura até o início de Março, me sinto sem pique, acabada, perdida, um estorvo pra sociedade e começo a resgatar as coisas do passado: cadernos, agendas, canetas, roupas, ESMALTES…

Acabei me dando conta que eu tenho tanto esmalte bonito que só foi usado uma vez e nem me lembrava… Resolvi que vou “eternizar” essas cores e postar aqui. Vocês não têm noção de tudo que isso acarreta na minha vida, desde 2008 eu não repetia esmalte e fazer isso vai contra todos meus princípios (?), ehisuehaso.

Acabei escolhendo meio aleatoriamente o Ilhabela da linha Colortrend da Avon.

Dá pra ver pelo frasco que o esmalte estava meio bifásico. E grosso. Sem falar que venceu em 2008 e eu uso porque sou uma IRRESPONSÁVEL, não façam isso em casa, esmalte vencido tem que ser jogado fora.

Agora voltando à cor… quando peguei o frasquinho, achei que ele era mais um daqueles milhões de rosinhas que a Avon fazia direto (acho que tenho 93% de toda a coleção daquela época, pois só comprava esses esmaltes). Mas na verdade ele tem um fundinho roxo, acho que é aquela cor que chamamos de malva, talvez um pouco mais escura do que está na foto.

Precisei pingar várias gotas de óleo de banana para deixar o esmalte usável, mas mesmo assim ele continuou grosso e ficou todo marcado. Dessa vez usei o roxinho da Colorama (Cobertura Intensificadora da Cor) pra salvar a aparência do coitado, mas só porque gostei muito, muito, muito da cor, em outra época teria tirado tudo.

Fazia tempo que eu queria usar uma coisa assim, meio rosa, meio lilás, mas nunca encontrava um esmalte que combinasse com meu tom de pele.

Quem aí ainda tem esmalte da Avon nesses frascos gordinhos? Lembro que teve uma época que os esmaltes vinham com bolinhas dentro, mas isso foi há tanto tempo, que é melhor eu parar de pensar nisso pra não ficar deprimida com a minha velhice.

Ultimate 3D – Top Beauty

Logo que foram divulgadas as primeiras imagens da coleção Ultimate 3D todo mundo ficou com os olhinhos brilhando e o coração acelerado, esperando que fossem os tão afamados esmaltes holográficos. Mas nhé, não foi nada disso. Em compensação, a Top Beauty conseguiu lançar uma coleção tão bonita, que fez com que gente que jurava de pé junto não usar glitter, usasse. Usasse e GOSTASSE, hahaha.

São 8 cores com glitter holográfico. Ou seja, o esmalte possui uma base colorida E glitter holográfico. A diferença do glitter holográfico pro glitter comum é que o comum tem apenas uma cor, enquanto o holográfico consegue brilhar em todas as cores, dependendo do ângulo em que olhamos.

Aurora Boreau, Big Bang, Expression of Night, Fireworks, Nature’s Effect, Nobreak, Psy e Shockwave

O legal é fazer sobreposições de cores, esses glitters são usados na maioria dos casos como coberturas. Enjoou do esmalte, mas tá com preguiça de trocar? Uma camadinha de um Ultimate 3D à sua escolha e o esmalte fica com uma cara totalmente nova. Sem falar que glitter tende a “segurar” o esmalte, então a durabilidade não é um problema.

Seguindo a ideia da Nadja (essa limda S2), vou mostar cada glitter com outros esmaltes por baixo para vocês terem uma ideia de como é possível fazer várias combinações com um só esmalte.

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