Um esmalte mais caro que o normal, para um dia super especial.
(heauheau que brega)

Porque no dia do meu aniversário eu quero ser phyna. 🙂
Diferentes, mas com uma mesma paixão.
Um esmalte mais caro que o normal, para um dia super especial.
(heauheau que brega)

Porque no dia do meu aniversário eu quero ser phyna. 🙂
Nunca na vida gostei tanto de um esmalte como aconteceu com o Black Magic da Barry M. Tá certo que ele é quase um top coat, – já que só funciona por cima de outro esmalte – e por mais que eu tenha adoração pelo meu Rodeo Fanatic e tantos outros esmaltes, não dá pra negar que a versatilidade do craquelador dá a impressão de sempre estar com um esmalte diferente.
O escolhido da vez foi o Zênite da Big Universo, é um vermelho neon que já apareceu por aqui, nos primórdios do blog. Ele realmente é bem aguadinho e não sabe se quer puxar pro rosa ou pro laranja e sempre fica com a cor estourada nas fotos.

Decidi que vou usar o craquelador por cima dos esmaltes que não gosto muito, assim não fico frustrada por estar usando uma cor feia e nem por não estar usando um esmalte que tenho, hahaha.
Esse esmalte eu tenho há muito tempo, pois a cor sempre me chamou atenção, mas nunca senti vontade de passá-lo nas unhas. Sei lá, muito vermelho, muito aguado, muito “piscante”… achei a solução e acabei com meus problemas 😀

O contraste do preto com o vermelho ficou muito legal, me lembrou as rachaduras de uma erupção vulcânica. Ok, talvez com laranja parecesse mais, ahaha. Mas adorei o efeito.
Agora toda vez que vejo um esmalte clarinho ou “que se destaca” já imagino como ficaria com o craquelado por cima. Tentei até com um nude por baixo, mas olha, ficou uma coisa tão estranha, que meu namorado não sossegou enquanto não tirei.
Existem infinitas possibilidades de combinação com um craquelador PRETO, imagina com as outras cores? Acho que nem quero outro, Black Magic será meu único amor. ![]()
Se tem uma marca que eu sempre achei bonitinha, foi a Ciaté. Embalagem retangular, lacinhos… muita fofura. Eu sabia que ela era inglesa, mas não me animava a pagar £9 em um único esmalte (sem contar o frete, que costuma ser fixo na Inglaterra, então só vale a pena comprar se a quantidade de esmaltes for maior que três).
Aí um belo dia, uma leitora linda, a Paula, mandou um e-mail falando de uma tal marca que ela já conhecia e que estava em promoção: a Ciaté. Fui correndo no link de Outlet e não pensei duas vezes: comprei o kit Trends 2010, que agora já não está mais disponível.
Trends 2010
Lembro de ter lido que esse set foi feito com as cores mais-mais de 2010, as que fizeram mais sucesso/foram mais vendidas, algo assim. Haviam outros kits, com tons sóbrios e tudo mais, mas nahh, eu gosto é de variedade. Não lembro exatamente, mas paguei algo em torno de US$40 e chegou antes de 30 dias (sorry a falta de informações precisas, pois fiz a compra enquanto viajava e não estava em casa quando chegou).
Eles vêm em uma caixinha plástica, socadinhos. Não sei como conseguem colocá-los dentro sem descolar os lacinhos, eu já zuei uns vários só de pegar e guardar, hesuia.
Eu nunca havia usado um esmalte cinza no tom do Arábia.
A casa aqui está em reforma, então posso dizer com conhecimento de causa: sim, é cinza da cor de cimento, mas fica com brilho e é homogêneo, tá? ahahah

Eu não ia usar ele, mas não resisti ao testar nas unhas.
Depois de ter pintado todas as unhas e tirado os excessos, fiquei achando estranho… eu já usei outros tons de cinza, com outros acabamentos inclusive, mas assim, cremosinho, cimentinho, foi uma novidade.
Não satisfeita com a minha decepção de achar a cor linda, mas não gostar dela nas unhas, resolvi passar o craquelador da Barry M por cima. Sabe o que algumas pessoas fazem com glitter, quando enjoam de alguma cor? Eu faço com o Black Magic!

Dessa vez eu não passei top coat nem antes do craquelador, tudo “ao natural”.
Adorei muito essa combinação, ficou uma coisa meio urban style, meio metrópole trash, meio “não sabia o que fazer e deu nisso”. O que mais me impressionou dessa vez foi a durabilidade. Normalmemte ao usar o Black Magic o esmalte descasca logo, acredito que isso se deve ao fato do craquelador ser fosco – esmalte fosco não dura muito mesmo -, mas dessa vez, a durabilidade foi maior que o normal: no 4º dia apareceu uma lasca em apenas uma unha. Tirei tudo porque não posso me dar ao luxo de retocar esmalte com tantos na espera, mas usaria por vários dias essa combinação.
Só lamento pra quem não gosta do efeito ou ainda não acha os esmaltes, eu vou usar MUITO meu Black Magic, HAHAHA. Minha meta é deixar ele pela metade o quanto antes! 😛
A coleção Alice in Wonderland foi lançada pela OPI no início de 2010, relacionada ao remake do filme Alice no País das Maravilhas.
Lembro quando comprei meu mini kit, comprei por impulso, hahaha. Eu nem tinha ido muito com a cara dos esmaltes – acho que foi uma das menores coleções da OPI – e estava indo viajar. Como ia ficar 1 mês fora, queria ter algo me esperando quando chegasse. Aí, sem nem pensar muito, comprei a coleção na versão mini.
Absolutely Alice, Thanks So Muchness!, Off With Her Red! e Mad As A Hatter
Os vidrinhos pequenos são um mimo, mas o maior inconveniente não é nem a pouca quantidade de esmalte (3,75ml), e sim o pincel, que é pequeno e não “cobre” a unha por inteiro. Desses quatro, eu só havia usado o Absolutely Alice e na época nem achei tão ruim a aplicação, pensei que seria pior, mas agora, não compraria nenhuma miniatura de OPI. Se eles aumentarem pra 5ml, aí eu penso diferente. Sem falar que o pincel do OPI grandão é um sonho.
Depois da minha péssima experiência com o Violeta (que acabou ficando lindo nas minhas unhas, heiosaho), resolvi me arriscar em outro esmalte da coleção Aquarela Tropical.
Eu não podia deixar de comprar um esmalte azul, já que é a cor da minha vida (HAHA), mas só comprei ele porque paguei R$3,70, ou seja, o preço mais barato que eu vi pra essa linha. Me preparei psicologicamente para o sofrimento, já que muita gente disse que o melhor de aplicar eu já tinha usado e fui na fé.
Como azulzinho assim já tá meio enjoativo, carimbei nuvens no meu azul angelical.
Tá tosco, não olhem muito.
Contrariando meus instintos, passei o Azul Celeste no lugar de qualquer outro lilás que combinaria de forma perfeita com as unhas curtas. Não adianta, eu amo minhas unhas curtas com esmalte lilás. Resisti ao ímpeto e saí da minha zona de conforto pra tentar algo novo.
Ao contrário da minha experiência anterior, foi facílimo aplicar o Azul Celeste. Usei apenas uma camada, secou rápido, blablabla.
Resolvi testar a minha tão sonhada plaquinha de nuvens – m79 –, que eu ganhei da lindíssima da Fran e ficou essa meleca aí. Nada que a prática não resolva, lógico.
Inventei de passar o roxinho da Colorama no lugar do Seche Vite e ainda transformou algumas nuvens em algodão doce babado. Depois não entendem porque eu amo tanto o Seche…
Alguém MIXPLICA o que é o negócio da esquerda?
Acima a plaquinha usada. Até já sei qual vai ser minha próxima tentativa fail de carimbo: bolinhas!
Eu não gosto de nail art, de nenhum tipo, mas a primeira vez que vi essa técnica de carimbar a unha voltei no tempo e me vi em meu aniversário de 8 anos: deixando tudo de lado só pra brincar com o presente mais legal que eu havia ganhado em toda minha vasta experiência infantil: CARIMBOS DA TURMA DA MÔNICA (é, nessa época eu não tinha internet). Até hoje eu compro carimbos de coisas fofas, mas não saio carimbando a parede, nem o guarda-roupa, nem o lençol, nem a minha perna…
Quem curte Konad levanta a mão! \o/