Tweed – Fina Flor

Apesar do Tweed ser um esmalte fosco, eu tenho ele na versão “normal” também. Ele fosco é lindo, mas com brilho ele fica mais claro e com um glow azulado muito mais bonito. (ok, eu só quis causar inveja, hueheau)

Usei 3 camadas porque caguei fiz caca na segunda e bati os dedos em algum lugar, aí as pontinhas encolheram, heaueau.

Lembro quando essa onda matte chegou aqui no Brasil. As primeiras empresas a lançarem a tendência foram a Impala e a Risqué. Impala com os Mattefluors (neon nãããão) e Risqué com as Jóias Místicas. Mas de todas as coleções, a nacional que eu mais gosto, é a Matte da Fina Flor, porque ela tem essa coisa meio suede (que não vai aparecer no post de hoje, heuaheau).

Só que na época do lançamento, a maioria das pessoas nem tchum para o que era esse tal “matte”. Vi muita gente reclamando que o esmalte estava ESTRAGADO porque secava fosco, heuaheua. No caso da cobertura matte teve loja que devolveu o lote porque “estava com defeito”, heueua.

Claro que os frascos costumam ter um aviso dizendo o tipo de acabamento, mas muitas vezes, na pressa, a gente nem lê o rótulo direito, no máximo o nome da cor e fica tentando “adivinhar” como ela vai ficar na nossa unha e, se gostar, compra. Aliás, tem coisa melhor do que ver todos aqueles esmaltes enfileiradinhos nas prateleiras da loja? Se fosse mais prático, eu guardaria todos os meus esmaltes assim.

Alguns esmaltes eu só comprei depois de ter visto o frasquinho ao vivo, e nunca teria comprado se não tivesse essa oportunidade. E vocês, como costumam escolher as cores que compram?

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Lady Sings the Blues – Deborah Lippmann

Enquanto todas ama o Across the Universe, eu prefiro o Lady Sings the Blues.

Não posso mentir e dizer que não é porque ele é azul, mas é sim. Eu não gosto da mistureba de glitters verdes e azuis do Across, mas lido bem melhor com os glitters azuis e prata-lilás do Lady.

Preciso compartilhar também que essa foi uma das poucas aquisições que usei assim que chegou em casa. Eu já havia pintado as unhas com um esmalte escuro que ia servir de base pra outra combinação de glitters, mas essa Lady cantante me conquistou.

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Nirvana – Dior

Hoje, além de ser o Dia Mundial do Rock, é aniversário do meu namorado e resolvi imitar a Eveline usando um esmaltinho que ganhei de presente dele. O esmalte é o Nirvana, da coleção Rock Your Nails, da Dior.

De tanto choramingar e babar na cor, ele me deu no dia dos namorados, não é um lindo?

Como boa namorada que sou, resolvi usar no dia do aniversário dele, como forma de homenagear. ♥

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Chunky Holo Scarlet – KleanColor

Não consigo mais usar esmaltes cremosos puros. Não por muito tempo. Aí sempre dou um jeito de passar algo por cima. E dessa vez resolvi estrear um dos esmaltes recém adquiridos de uma marca que é nova pra mim: o Chunky Holo Scarlet, da KleanColor.

Meu primeiro exemplar da KC eu ganhei da Bibi, ela trouxe de presente em uma das viagens que fez. Mas só fui saber dessa linha “Chunky Holo” através da Sarah, muito visionária, graças a ela minhas últimas aquisições estão mais lindas e inovadoras do que nunca. Essa linha “Chunky Holo” é composta por glitters duochrome, acho que são 9 cores no total, uma mais linda que a outra.

Apesar de não ter nada de chunky e muito menos de holo, esse esmalte é leeevemente duochrome. Como a base é avermelhada, ela acaba escondendo o efeito do glitter, mas mesmo assim o resultado é lindo.

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Artemis – L’apogée

Aí que eu resolvi continuar minha leitura da saga Percy Jackson & Os Olimpianos e peguei o livro três para ler – A Maldição do Titã. Logo no início há um confronto e ele conhece Ártemis, a deusa da caça. No livro ela é representada por uma menina de, mais ou menos, 13 anos, e é acompanhada por meninas da mesma idade (são as caçadoras). Ela prefere essa aparência por ser mais “pura” e esnoba a companhia de homens/meninos. Ou seja, lá na Grécia antiga já tinha essa coisa de feminismo, do tipo mais xiita, com direito a misandria e tudo mais, HOEIAHEOIA.

Mas falando sobre o esmalte… comecei a ler o livro e encarnei nesse esmalte da L’apogée, já que ele é o único “Artemis” que tenho. Passei ele e achei fofinho, mas aí fiz uma rasa breve pesquisa sobre associação de cores a deuses e etc (eu acho que tudo tem uma cor que combina) e vi que as cores dessa deusa são o branco e o prata. ¯\_(ツ)_/¯

Precisei de 3 camadas pra não ficar manchado, e pra não correr o risco dele amassar, usei o Mavadry, o roxinho da Mavala, e olha, ele é muito bom, seca rapidinho e dá bastante brilho ao esmalte. Só não sei dizer se é tão bom quanto um Seche Vite, ainda não comparei com esmaltes mais “difíceis”.

Durou vários diazinhos e é lógico que adorei, impossível eu não gostar de usar um lilás, mesmo que ele seja mais rosadinho. Apesar da minha humilde homenagem à deusa da caça, acho que ela não foi com a minha cara, porque minhas cutículas ficaram horríveis. E foi SÓ enquanto usei esse esmalte.

Vai ver ela acha que eu tô perdida, já que me “desencaminhei” e tenho namorado. Ou é porque o esmalte é lilás e não prata, heuaheau.

Craquelados da Passe Nati

Vou confessar que essa moda de craquelados, pra mim, já passou. Posso dizer que aproveitei bem, usei bastante e agora não sinto mais vontade de craquelar as unhas.

Mas quando vi essa caixinha, me derreti toda e topei experimentar os craquelados da Passe Nati pra mostrar aqui.

É incrível como a gente torce o nariz pra certos acabamentos quando anda enjoada deles, mas é só colocar nas unhas que todo o amor volta. Foi assim com os craquelados, pena que só por algumas horas, haha.

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