Verde Esmeralda – Risqué

O esmalte repetido dessa vez é o Verde Esmeralda, é um dos verdes que eu menos gosto. Lembro direitinho da primeira vez que usei ele, depois de pintar as unhas decidi que não gostava de esmalte verde, hesueas.

Claro que a verdade agora é bem outra, eu gosto de esmaltes verdes, mas não como acontece com o azul, que eu amo em todas as suas variações, gosto mais de verdes claros ou escuros, com pouco amarelo. Mas dessa vez não detestei tanto o coitado, em alguns momentos até comecei a achar a cor bonita.

Talvez seja porque agora eu aprendi a fazer as unhas e ficou menos porco, hahaha. Outro agravante para eu não ter gostado da cor, foi o contraste com a cor do meu cabelo. Não gente, rosa e verde só se for em tom pastel, e mesmo assim meio a contragosto, haaha.

Na foto ele não está muito bonito, mas juro que não ficou manchado desse jeito. Na verdade, ele cobriu bem as unhas, só essa iluminação de dia nublado que deixou ele mais sem graça.

Inventei de passar o Iceberg, craquelador branco da Big Universo por cima e não gostei. Como disse a Fernanda, parece pasta de dente seca, continuo preferindo o meu Barry M. Agora só falta a Barry M fazer outras cores. Barry M lançou 3 cores novas de craquelado, talvez eu compre 🙂

Acho que cansei desse negócio de repetir esmalte, vou continuar usando eles só no pé 😛

Coleção Cerrado – Blant Colors

A Blant Colors surgiu no mercado no segundo semestre do ano passado já lançando a Coleção Cerrado. Quando vi as primeiras fotos de release, achei linda, principalmente pela inspiração no Cerrado: inédita e cheia de cor. A marca é do Centro-Oeste do Brasil e essa primeira coleção causou uma boa impressão, pelo menos pelas fotos. A marca ainda não é encontrada no Brasil todo e fiquei feliz pela empresa ter enviado pra gente mostrar aqui 🙂 A coleção Cerrado reúne dez cores, todas com nomes inspirados em temas da região:

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Removedor Sally Hansen

Um dos produtinhos que trouxe da última vez que fui pro Paraguai foi o removedor extra forte da Sally Hansen.

Nunca tinha ouvido falar desse remover, acabei trazendo por curiosidade e por achar a embalagem bonitinha.

O removedor Sally Hansen promete ser 20% mais forte e retirar o esmalte 50% mais rápido que outros. Se a porcentagem é essa não sei, mas que ele é melhor que os nacionais isso ele é, melhor até mesmo que Lutex.

Apesar de chamar esse Sally Hansen de removedor, ele possui acetona em sua fórmula. Pra compensar os efeitos “ressecantes” da acetona, a fórmula contém também Pro-Vitamina B5 e Vitamina E, o que promove uma hidratação suave tanto para as unhas quanto para as cutículas.

Fórmula

Eu adorei esse removedor, principalmente pela aparência que ele da às cutículas após o uso, mas definitivamente ele não deve ser usado antes de esmaltar as unhas, pois a hidratação não deixa o esmalte fixar nas unhas.

O removedor Sally Hansen tem um cheirinho delicioso e fraquinho, gostei bastante, e olha que pra eu gostar de cheiro em removedor demora hein, até hoje tenho ânsia de vômito quando abro o meu de pêra da Top Beauty.

Não sei se é fácil achar produtos Sally Hansen no Brasil, mas Ebay é vida, lá a gente consegue tudo.

Bases

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Aposto que todo mundo aqui sabe muito bem o que é a base, não é mesmo?
Como o próprio nome já diz, a base é para ser usada antes do esmalte, para proteger as unhas. Mas proteger do que? A função principal da base é evitar que o esmalte manche as unhas.

Sabe quando você usa um esmalte azulão e parece que está com sintomas de cianose, já que as unhas também resolvem ficar azuladas? Ou quando você passa um vermelhão e elas ficam amarelas? Pois é, quer dizer que a base que você usou é uma porcaria e não cumpre o papel básico dela.

Bases, fortalecedores, etc.

Algumas bases são melhores que outras e dentro dessa “linha de tratamento”, existem as que são preparadoras da cor, as que fortalecem, as que nivelam, as que garantem maior durabilidade do esmalte e etc.

Apesar de parecer lógico pra gente, ainda tem gente que não usa base antes do esmalte. Eu não recomendo (mas afinal, quem sou eu pra recomendar coisa alguma? aheoiai), uso base sempre, até pra fazer swatches. Aliás, principalmente por isso, esse negócio de tirar e botar o esmalte 3x no mesmo dia, detona não só com as cutículas, mas com meus dedos e, consequentemente, as unhas.

Minha unha sempre descamou, desde que me conheço por gente. Não quebravam, mas desfolhavam como se fossem um salgado velho da padaria da esquina. A solução pra isso? Não é a mais prática, mas é o que tem funcionado pra mim: alternar o uso das bases.

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Wicked Game – Deborah Lippmann

Eu sei que sempre falo que encontrei o amor da minha vida, mas dessa vez é sério, nunca mais vou amar um esmalte do jeito que amei o Wicked Game da Deborah Lippmann.

O Wicked Game é um duocrome metalizado, que vai do lavanda ao verde acinzentado. Ele parece ser bem ralinho, mas dá pra conseguir uma cobertura legal com duas camadas.

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Yes Love 408

E aí que uma leitora e comentadora bem assídua aqui do blog, conhecida como Helô, foi passear na Espanha e em Portugal para fazer um curso de pizzaiola. Como ela não aguentou de saudades nossas cof, cof, resolveu comprar uns esmaltinhos pras autoras desse humilde blog (obrigada sualinda *MUAH*). Ganhei dois esmaltes, entre eles, o Yes Love 408. Infelizmente não tem nome, só o número mesmo. Eu já tinha outros esmaltes da marca (que nunca usei, vixi!) mas todos os outros têm vidrinhos diferentes desse que a Helô me deu. Acho que por isso, acabei escolhendo ele pra usar logo!

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