Começa tudo com R

Apesar das últimas postagens terem sido apenas da Camila, resolvi aparecer para provar minha existência. Sim! Ainda existo! Sim! Fiquei mais de mês sem tocar em esmaltes e felizmente NÃO, não desaprendi a fazer as unhas. Provarei nas fotos abaixo, hahah.

Bom, os nomes dos esmaltes são aleatórios, mas as cores (roxo e rosa) e as marcas (Risqué e Revlon) pertencem ao clã R e é por aí que vamos começar porque eu tô meio perdida e não sei bem o que mais posso escrever pra continuar mantendo vocês entretidas e interessadas.

RISQUE-elefantecoloridoquecor

MNE-02, AC (ou glitter no frasco de florzinha)

Que deprê o nome desse esmalte, não ter um nome exclusivo para chamá-lo é bem ruinzinho. Apesar do nome nada amigável, ao menos o frasquinho tem a aparência memorável, ajudando a abafar a frustração de ter que lidar com mil códigos, haha.

AC-mne02florzinha

O glitter tem a base rosada, porém bem translúcida e os glitters são fruta-cor furta-cor. Não ia rolar de usar sozinho, então optei por passar uma camada sobre o Lychee, que mostrei no meu último post.

Lychee – Konad

Press Kit

Não sei exatamente qual é o cheiro de lichia (fruta que só fui descobrir a existência uns 5 anos atrás), mas certamente não se parece em nada com esse perfuminho tosco que lembra odor de incenso.

Pois é, o Lychee da Konad faz parte da linha Scented, que em bom português significa “esmalte desnecessariamente perfumado”, hauhau.

KONAD-lychee

Pés com Espelho Hipoalergênico – Impala

O Espelho na versão hipoalergênica é um esmalte bem antigo, foi lançado junto com a coleção Balneários, lááá em 2009, quando as opções para as alérgicas ainda eram bem escassas.

Lembro dos esmaltes custarem entre 8 e 12 reais, valores considerados surreais para pagar em um esmalte, especialmente de uma marca nacional como a Impala, cujos esmaltes custavam na média de R$1,65 (é, eu lembro).

Além do preço ser uns 400% mais caro que o usual, havia o agravante das tonalidades não serem exatamente as mesmas. Só anos depois fui descobrir que a retirada dos ingredientes mais tóxicos dos esmaltes faz com que a percepção das cores não seja a mesma. É por isso que até marcas gringas não conseguem manter a cor exatamente igual em lotes diferentes com o passar dos anos; praticamente todas elas passaram por mudanças em suas fórmulas e tudo isso afeta bastante o resultado final dos pigmentos e corantes utilizados.

PES-IMPALAHIPOALERGENICO-espelho

Apesar de velhinho, o esmalte ainda está muito bom! Cobriu as unhas com apenas uma camada, secou rápido e etc. Só que ele é muito mais rosado que o Espelho “original”. Tenho uma foto do Espelho tóxico aqui, e ele puxa pra um coral avermelhado desbotado. O Espelho hipo é apenas rosinha, muito delicadinho e eu gostava mais dele antes de ter usado nos pés, hahah.

Helena + Vôo Noturno – Koloss

Press Kit

Dos esmaltes que recebi da Koloss há alguns anos (huauha, quem mandou demorar pra postar), faltava usar esses dois.

Acho ambas as cores lindas e na dúvida de qual passar, decidi misturá-los numa homa manicure, afinal, turquesa e azul/blurple não descombinam tanto assim.

KOLOSS-helena

Infelizmente após usar o holográfico e obrigar o tempo a deixar o sol reinar para eu aproveitar meu esmalte, a temperatura subiu. E aí todo mundo já sabe da ladainha, né? Clima mais quente, mãos mais quentes, bolinhas no esmalte. Sofro muito com isso :chuif:

14, Lady Merit + Blue, Glitter Gal

Não sei ao certo porque mantenho esse esmalte preto na coleção, sempre fico receosa ao abrir o frasquinho, pois ele tem um cheiro de tinta muito forte. Algo tipo tinta guache ou outra tinta mais ~~ tóxica, de parede mesmo. Os outros da marca não têm esse problema, mas com esse preto é assim.

Não chega a ser intoxicante, se fosse eu desistiria de usar, mas é incômodo. De todo modo me esforcei para usar apenas uma camada e diminuir o sofrimento, hauha.

LADYMERIT-14

Infelizmente nunca consigo aplicar esmalte preto de maneira decente, muito menos com uma camada só, mas taí o resultado. Não ficou tão ruim, mas poderia ter ficado um pouquinho melhor se o preto tivesse mais brilho e fosse menos ensebadinho.