Pé de Chinelo: Curaçoa – Sephora

Faz tempo que não mostro meus pezes (SIC) aqui, né? Estou com um post importantíssimo sobre pés pendente mas ainda não conseguir fazer :/ Enquanto isso vou mostrando as cores que usei ultimamente pra ver se encorajo vocês a gastar os esmaltes bonitos nos pés também, hehe.
O Curaçoa, da Sephora veio de uma troquinha portuguesa. Existe mais de uma versão do nome desse esmalte: já vi Curacoa, Curaçao, e vai saber mais qual (pra vocês verem que os gringos também fazem caca com os nomes dos esmaltes). De qualquer forma, acho que tem a ver com aquela bebida azul, pois a cor do esmalte é igual.
O vidrinho é uma graça, o esmalte tem 5 ml, vem com aquela bolinha de metal pra misturar o esmalte e ainda tem aquele pincel achatadinho que deixa o esmalte uma delícia de passar! Apesar da tampa pequena, o pincel é bem bacana e não é chato de pintar.

O esmalte é super pigmentado e quase consegui deixar com uma camada só, mas fiz lambança durante a pintura e passei duas pra garantir. Não precisou de extrabrilho. Apesar da cor ser forte, não foi tão difícil de limpar: nível 3, eu diria haha
Eu até ia fazer umas comparações com ele, mas desencanei depois de ver que não tenho nada parecido. Sério, nem o Mabi, nem o Turquesa, nem Azul Royal da Colorama lembram ele. Primeiro, porque o Curaçoa não tem nada de turquesa, é azulão mesmo, e segundo, é que realmente existem poucos azuis nesse tom, que também não é neon. Talvez lembre o Água Fresca da Impala Tropicaliente, mas depois do post da Fer, me recuso a comprar esmaltes dessa coleção. Só sei que depois desse esmalte, fiquei com vontade de passar todos os azuis do mundo nos pés!
Estamos no verão, e os pés de vocês: bem cuidados e prontos pra desfilarem bem lindos?

O esmalte é super pigmentado e quase consegui deixar com uma camada só, mas fiz caca durante a pintura e passei duas pra garantir.

Iracema – Ana Hickmann

Tenho uns dez esmaltes da AH, mas quase sempre me esqueço de usá-los. Não sei porque, mas peguei uma birra boba quando a marca foi lançada porque achava que só ia ter cores sem gracinha, mais clássicas. Mero engano. As últimas coleções da marca estão lindas, cheias de cores diferentes e gostei bastante da qualidade dos que já usei. Os poucos que eu tenho são das primeiras coleções e só não tenho os mais recentes porque já faz um bom tempo que estou evitando novas aquisições…
O do post de hoje é o Iracema, da Coleção Praias, lançada no segundo semestre de 2009. Confesso que antes de passar esse esmalte, fiquei com muito medo de ele ficar com jeito de esmalte de vó, mas depois que pintei, achei uma fofura!

Não sei se ele é rosa, ou lilás. Uma hora aparecem umas nuances roxas, azuladas, fazendo com eu classifique ele como iridescente, pois é realmente difícil definir a cor de base e a cor refletida quando bate a luz. Passei três camadas pra cor ficar bem forte e não usei extrabrilho. Continue lendo “Iracema – Ana Hickmann”

Moça ordinária da Guga

Nada como escolher uma corzinha alegre para combinar com esses dias lindamentes chuvosos em São Paulo. Resolvi usar uma cor que tava empacada há séculos (como centenas de outras) aqui em casa: Moça, da Guga. A cor não é recente na marca, e eu até queria a versão do vidrinho anterior porque achava mais vintage.

A cor é uma graça, um laranja neon meio desbotado. Não é laranja neon igual aos que estamos acostumadas.

Pena que apesar de eu amar esmalte laranja, e dessa cor ser única (sério, se alguma de vocês souberem de um substituto, me avisem!), foi a maior desgraça DO MUNDO pra passar. Vai pra lista negra dos esmaltes podres. Passei quatro camadas e sofri muito pra ter um resultado bem meia-boca no final. Ficou grosso nas unhas e ainda apareceram umas bolinhas. Eu só não resolvi tirar tudo e jogar o esmalte fora porque todo esse trabalho tinha que pelo menos resultar em um post-desabafo hauha. Gente, foi mais trash do que passar o Nebulosa, sério. Já usei outros esmaltes da Guga antes e não foi tão ruim pra passar. Não sei o que acontece com esse. Até dei uma olhada pelo Flickr, e parece que o problema não sou eu haha outras meninas disseram que também foi o esmalte mais horrível que elas passaram… uma pena. Juro que se fosse um esmalte vermelho eu não reclamaria tanto.

Ainda bem que na foto, ele até saiu bonitinho haha Só pra resumir, NÃO comprem esse esmalte. Até que a Guga um dia mude a fórmula, sei lá, vocês vão se decepcionar.

Qual o esmalte que fez vocês ficarem com vontade de jogar o vidro na parede? Nomes, por favor, queremos saber o que não comprar haha

Tea Rose Polish – Eyeko

O esmalte de hoje é uma corzinha bem sem gracinha, discreta e indicada para momentos formais na vida quando você não está a fim de usar Renda. Passei o Tea Rose Polish da Eyeko e cheguei a essa conclusão haha. A cor é um rosinha envelhecido e o esmalte é da coleção lançada no primeiro semestre de 2010 e foi mostrada aqui pela Bee.

O esmalte até cobre bem com uma camada, mas como passei à noite, acabei passando duas pra garantir que não ficasse nenhuma mancha. Não usei extrabrilho.

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Sideral – Big Universo

Esses dias tava com dúvida de qual esmalte usar e fiz coisa mais sensata pra resolver esse problema: fiz minha-mãe-mandou hauhauh e peguei um esmalte (entre os não-usados) da minha gaveta. Foi o Sideral, da Big Universo. Eu já olhei meio de nariz torto porque já tinha usado um vermelho há alguns dias e gosto de variar as cores drasticamente a cada troca. No entanto, como dessa vez eu não tava a fim de roubar a mim mesma no sorteio, fui de vermelho de novo. O Sideral é um vermelho que puxa mais pro rosado, vinho e é bonitão. A cor é comum, mas pra quem gosta de tons avermelhados, vale a pena ter um desse.

Passei três camadas e não usei extrabrilho. Não tive problemas pra limpar os cantinhos e ele durou três dias sem lasquinhas! Pena que ainda com três camadas o branquinho da unha ainda ficou visível, mas já desencanei há algum tempo disso e, desde que não fique mega transparente, eu uso o esmalte assim mesmo. Vocês se importam muito com isso de branquinho aparecendo?

E hoje eu não tô muito inspirada e é só isso mesmo.

Retrospectiva 2010 – Camila

Não sei vocês, mas quando ouço a palavra “retrospectiva” só me vem coisa ruim na cabeça: vários programas de tv mostrando as desgraças que passaram no ano que termina, desde os grandes acidentes até os lançamentos malditos de axé (vide Rebolation) e sertanejo (tipo aquele cantor meio vesgo) que bombaram *argh*. Mas vamos falar de coisa boa!! Recordar é viver!

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