Começa tudo com R

15 de May, 2017 em Revlon, Risqué by Bianca de Neve

Apesar das últimas postagens terem sido apenas da Camila, resolvi aparecer para provar minha existência. Sim! Ainda existo! Sim! Fiquei mais de mês sem tocar em esmaltes e felizmente NÃO, não desaprendi a fazer as unhas. Provarei nas fotos abaixo, hahah.

Bom, os nomes dos esmaltes são aleatórios, mas as cores (roxo e rosa) e as marcas (Risqué e Revlon) pertencem ao clã R e é por aí que vamos começar porque eu tô meio perdida e não sei bem o que mais posso escrever pra continuar mantendo vocês entretidas e interessadas.

RISQUE-elefantecoloridoquecor

É claro que meu bode com a Risqué ainda não passou, tenho ignorado a marca o máximo possível, mas acabou caindo no meu colo o presskit da coleção Eu Era Feliz e Sabia! e resolvi estrear um dos esmaltes (inclusive acho que não temos post da coleção inteira, é de interesse geral da nação swatches completos dela?).

Optei pelo roxo porque não ando na vibe cores alegrinhas e ele era o mais discretinho dentre as opções da coleção. Chama-se Elefante colorido, que cor?

Nunca tinha usado um Risqué dessa embalagem nova e achei o pincel achatado bem bom. Não tive problemas com a tampa como muita gente relatou, mas no geral eu me adapto a qualquer coisa. A fórmula também estava boa: pigmentada, com a viscosidade certa, sem parecer uma água suja nem uma massa crua de brownie.

Sendo muito prendada é possível finalizar com apenas uma camada, mas meus olhos andam velhos, e a iluminação não estava no meu ideal, então optei pela segunda camada para o arremate. Impressionantemente consegui um acabamento muito bom, fato que me surpreendeu, visto a drástica mudança de rotina e utensílios que tive recentemente (e não tem nada a ver com o esmalte em si, mas não posso minimizar a importância de local e produtos adequados para um bom acabamento para as unhas, não eh mesmo? além do hábito, é claro).

REVLON-teakrose

Para tentar compensar minha abscência, trago também a cor que usei no pé. No caso, o Teak Rose da Revlon. Uma cor que, até então, não fazia parte do meu acervo unhístico e agora tenho dois frascos – ganhados aleatoriamente de um primo – pra usar até enjoar os olhos.

A grande surpresa não foi nem o fato de um Revlon da linha normal ter secado estupidamente rápido nas minhas unhas (nunca aconteceu antes), mas sim por eu ter usado nas mãos (não consegui fotografar) e ter achado BONITO. Não há como negar a classe da tonalidade: é atemporal e discreta, mas apresenta um pouco de personalidade, vai bem em qualquer tom de pele e ainda aguentou por uns 10 dias de maneira aceitável.

Foi aí que resolvi passar nos pés. Duas camadinhas fáceis, brilho excelente, durabilidade elogiosa e só não sei dizer se eh rosa chá, rosa antigo, goiaba desnutrido desbotado ou telha rosado. De complicada já basta a vida, então simplifiquemos para apenas ROSA.

pemao-rosaroxo

Apesar das 47 milhões de fotos mais antigas que tenho para publicar, resolvi compartilhar uma incursão mais recente ao maravilhoso mundo do fazer as unhas. Habilidade esta que levei alguns anos para aprender de maneira decente e que me trouxe a possibilidade de conseguir dar conta da manicure, mesmo sem estar com minha base, palitos, acetona e removedor de cutículas de sempre.

É incrível como a gente se acostuma com as coisas, não? O mais incrível é achar que por estarmos acostumadas, não conseguiremos mais viver sem elas, quando a nossa própria existência deu-se pela evolução, que nada mais é do que aprender a adaptar-se.

De Risqué a Darwin, só aqui no LPE.